quarta-feira, 30 de setembro de 2009

News: Exposição em Londres traz fotos de tribo brasileira


Uma exposição de fotografias em Londres reúne imagens de florestas tropicais devastadas e destaca a situação da tribo brasileira enawenê nawê, cuja subsistência está sendo ameaçada pela construção de usinas hidrelétricas no noroeste de Mato Grosso.


As fotos, do espanhol Daniel Beltrá, foram feitas durante visitas a florestas na República Democrática do Congo, Indonésia e Brasil.

Sons, vídeos e até cheiros são utilizados para contar a história por trás das fotografias expostas no jardim botânico Kew Gardens, no sudoeste da capital britânica.

Entre as atrações está uma sala de projeções com cadeiras para que os visitantes se sentem e assistam às imagens projetadas no teto.

O povo enawenê nawê vive próximo ao rio Iquê, um afluente do Juruena, no noroeste do Mato Grosso. Sua subsistência se baseia fortemente na pesca.

Dez usinas hidrelétricas serão construídas ao longo de 110 km do rio Juruena e os índios dizem que o impacto ambiental das obras vai reduzir a oferta de peixes.

Autoridades ligadas ao meio ambiente no Estado dizem que o impacto será pequeno.

A exposição Focus on the Rainforests (Foco nas Florestas Tropicais) começa neste sábado e continua até o dia 6 de dezembro.
.
Fonte: Terra

Lightroom - Pele Suave

Podcast do Clicio que vale a pena conferir. Como deixar a pele mais suave utilizando o Lightroom.
.

.
Para baixar o Episódio 08-"Pele Suave" em alta (33Mb,(.mov), 800x600px), clique aqui.

Para baixar o Episódio 08-"Pele Suave" em média (56Mb,(.avi), 640x480px), clique aqui.

Para baixar o Episódio 08-"Pele Suave" p/ iPhone/iPod (40Mb,(.m4v), 480x360px), clique aqui.

Para baixar o Episódio 08-"Pele Suave" p/ iPhone 3G (3Mb,(.3gp), 176x132px), clique aqui.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

News: Influência do Bresson


Foto de Carlos Moreira, exposta na mostra "Bressonianas"
.
Parte da mostra "Henri Cartier-Bresson: Fotógrafo", a coletiva "Bressonianas" exibe imagens de seis fotógrafos influenciados pelo francês. O curador Eder Chiodetto destaca abaixo similaridades entre a obra de Bresson e de três desses fotógrafos.

Marcelo Buainain
"Acho que a ligação mais forte do Marcelo com o Bresson foi a viagem que ambos fizeram para a Índia. O acontecimento transformou a vida e a fotografia dos dois."

Carlos Moreira
"Sempre em busca de um rigor geométrico, o paulistano tira do cotidiano o caos aparente e restabelece a harmonia nas formas. Sua lente funciona como um bisturi."

Orlando Azevedo
"Assim como Cartier-Bresson, o curitibano procura uma casualidade no cotidiano que remete aos momentos surrealistas."
.
.

Ruidos - Como analisar

Uma das maiores dúvidas da fotografia digital é relativa ao ruído, muitos falam que a câmera X é melhor que a Y ou que menores ISO significam menor ruído, porém poucos realmente entendem como funciona o ruído e os sacrifícios que muitas câmeras fazem para conseguirem menores níveis de ruído através de processamentos extremamente agressivos.
Para ilustrar este artigo foram escolhidas as câmeras Minolta 7D e Nikon D70 por possuírem exatamente o mesmo sensor e particularidades que ilustram perfeitamente bem o que será demonstrado.

Antes de qualquer coisa é necessário entender que cada sensor possui um ponto ótimo, onde os níveis de ruído são mínimos, a maior parte dos fabricantes faz com que este ponto ótimo caia sobre um determinado ISO e qualquer coisa acima ou abaixo disso terá mais ruído do que o ponto ótimo em questão, daí vem a resposta do porque a Fuji não baixa o ISO das suas câmeras com super CCD ou porque a D70 e a D100 tem apenas ISO 200. Esta é uma opção do fabricante, que desenvolveu o sensor para um ponto de ótimo em um ISO mais ou menos elevado do que a concorrência e não faria sentido colocar um ISO abaixo do determinado, pois acarretaria em um ISO mais baixo, porém com maior nível de ruído.


Para ilustrar este exemplo escolhemos a nova Minolta 7D, como sabemos a Minolta 7D usa exatamente o mesmo sensor Sony que equipa a Nikon D70, um sensor que foi otimizado para ISO 200, porém a optou pelo uso do ISO 100 nesta câmera por fatores puramente mercadológicos.


Abaixo seguem as comparações do ISO 100 e ISO 200 da Minolta 7D sendo um corte de uma imagem em 100% sem nenhuma redução, além de um gráfico comparativo onde a aparece a D70 partindo do ISO ideal de operação:
.


.
O gráfico abaixo ilustra o exemplo acima, já comparando os resultados de nível de ruído (eixo Y) contra o ISO.
.

.
Notem que em ISO 100 os níveis de ruído da 7D são maiores do que em ISO 200, o que é visível no gráfico e nas figuras comparativas.

Além disso, outros fatores como latitude ISO, capacidade de retenção de cores, dentre outras, são afetadas diretamente pelo uso do sensor fora de seu ponto de ótimo.
Um outro fator importante a ser considerado é o nível de pós-processo da câmera, muitas vezes vejo pessoas relatando que a câmera Y tem mais ruído que a X, porém ambas possuem exatamente o mesmo sensor, portanto possuem o mesmo nível de ruído, o que as difere é exatamente o nível de agressividade de seu sistema de pós-processo.
Quanto mais agressivo o tratamento de ruído, mais limpa fica a imagem final, porém você acaba pagando com o custo de sharpness e texturas, ou seja, diferente do que as pessoas imaginam quanto menor o tratamento, melhor ficam as preservações das texturas e maior o sharpness da imagem final, em contra partida o tratamento de remover ruído “plastifica” a imagem, suprimindo diversos detalhes e por mais incrível que possa parecer o tratamento de ruído mais prejudica a imagem para impressão ou redução do que ajuda.
No exemplo a seguir apresento a D70 e a 7D sendo comparadas, lembrando que ambas possuem exatamente o mesmo sensor. A D70 apresenta elevados níveis de ruído na saída, enquanto a 7D é considerada a de menor nível em termos gerais, porém observem nos crop de 100% o preço que se paga por eliminar este ruído.
.


.
São notáveis as diferenças de sharpness e perda de texturas nos exemplos. O agressivo sistema de pós-processo implementado pela Minolta elimina o ruído, porém destrói completamente as texturas e a qualidade de sharpness da imagem, enquanto na D70 o nível de ruído apesar de alto preserva uma elevada qualidade de detalhes, que no momento em que a imagem for impressa fará total diferença no trabalho apresentado.

Como pudemos ver níveis de ruído baixos que sejam obtidos por métodos de pós-processo de software (como a maioria) sempre acabam acarretando em perdas significativas na qualidade da imagem, substituindo um problema por outro ainda mais grave, sendo que muitas vezes é melhor ter um equipamento com elevado nível de ruído do que um equipamento onde o tratamento de software comprometa a qualidade da imagem.
Lembro que não existem milagres, não existem tratamentos de ruído que “melhorem” a qualidade de definição da imagem, todos apresentam fortes perdas, comprometendo ainda mais a qualidade que já foi perdida quando o sensor apresentou o ruído, portanto ao optarem por um equipamento, optem sempre pelo menos agressivo em termos de redução de ruído.
Por fim sugiro uma experiência interessante, sugiro que levem para imprimir 2 versões de uma mesma foto, feita com ISO elevado, uma sem pós processamento e outra com forte tratamento de ruído, você deverá notar que apesar do nível de ruído a primeira deverá ficar bem mais natural e com elementos bem mais definidos do que a segunda, uma outra experiência interessante é reduzir suas imagens com ruído para o formato de Web e comparar com as mesmas sofrendo tratamento de ruído antes de serem reduzidas, em ambos os casos você deverá notar que a imagem com ruído acaba sempre apresentando um resultado bem superior do que a tratada.
.
Artigo escrito por Leo Terra
Fonte: CanalFoto

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Advertência em fotos manipuladas



.
Um projeto de lei na França obriga os meios de comunicação colocar uma advertência ao lado de todas as fotos que tenham sidas retocadas com photoshop ou outro programa de edição. A idéia é combater transtornos alimentares como anorexia e bulimia, que podem ter influência dessas fotos de gente tão perfeitas.
Interessante né?
Clique aqui para assistir a matéria do canal F.
.
Fonte: Globo.com

domingo, 27 de setembro de 2009

Técnica Tilt-Shift



Em 1976, o governo soviético encomendou ao artista Efim Deshalyt uma maquete de toda cidade de Moscou. A miniatura, que se estendia por uma superfície de mais de 37.000 m², fazia parte de mais uma das propagandas megalomaníacas do regime e levou um ano para ficar pronta. Hoje, os comunistas poderiam resolver tudo com mais rapidez e praticidade. A impressionante técnica fotográfica do tilt-shift é capaz de transformar qualquer imagem em miniaturas como feitas em maquete.


Apesar do atual frisson em torno do tilt-shift, a negócio não é assim tão novo. Algum tempo antes de Efim Deshalyt iniciar a construção de sua mini Praça Vermelha, a Nikon havia desenvolvido uma lente SRL para suas câmeras de 35mm capaz de provocar o shift um uma imagem (basicamente, um efeito de deslocamento que causa rotação da imagem). A Canon aprimoraria a tecnologia em 1973, acrescentando ao movimento já existente o de tilt, que causa inclinação - ou báscula – do assunto fotografado.



É manipulando a combinação desses dois movimentos que a técnica tilt-shift consegue transformar qualquer assunto fotografado em uma versão miniaturizada dele mesmo. Graças ao avanço das câmeras digitais, a aplicação do efeito deixou de exigir muitos conhecimentos na área, mas a verdade é que ninguém se interessou tanto assim. O atual sucesso da técnica tilt-shift tem a ver com o software senhor de todas as ilusões óticas: o PhotoShop.

Fazendo ajustes simples de cor e nitidez, fica ao alcance de qualquer um criar sua própria maquete a partir de uma imagem feita por câmeras domésticas. Se o caso é de pouco domínio sobre programas de edição de fotos, uma opção interessante é o TiltShift Maker, que transforma tudo em poucos cliques.





Abaixo um vídeo produzido pelo fotógrafo australiano Keith Loutit, que estendeu a técnica das miniaturas para a animação: uma corrida de Monster Truks feita com mini-carrinhos, numa mini-arena e suas mini-pesoas. O resultado é fantástico.
.
Fonte: Blog Obvious

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cinco exposições gratuitas no centro paulistano

"Hansen Bahia"

A mostra "Hansen Bahia - Restauração do Acervo" reúne 73 obras restauradas do xilógrafo alemão Karl Heinz Hansen (1915-1978), mais conhecido com Hansen Bahia.


"Lo-Fi Kibutz"
Fabio Gurjão, Marcos Brias, Pedro Caetano e outros artistas passaram uma semana dentro da galeria e produziram trabalhos coletivamente, que estão expostos no espaço.


"Meu Olho Esquerdo"
A mostra de Ed Viggiani reúne 40 fotos --todas em preto e branco e captadas em filme analógico-- produzidas de 1988 a 2008, período em que percorreu diferentes regiões do Brasil e suas fronteiras, registrando o contraste e a diversidade etnocultural do país.


Otto Stupakoff
O Instituto Moreira Salles, na região central de São Paulo, recebe exposição com 70 obras do fotógrafo de moda Otto Stupakoff, morto em abril de 2009.




"Sereia Lab"
A instalação multimídia e interativa consiste em um grande aquário de peixes, que emite sons acionados pelos visitantes. Durante o período da exposição, a artista Elen Nas realiza performances dentro do aquário, mixando sons todas as sextas-feiras e sábados.
*
Se alguém for nas exposições conte pra nós o que achou!
Fonte: Guia da Folha Online

Como tornar-se um fotografo mais confiante


Li esse post no blog Fós Grafê e achei interessante postar aqui para os fotografos iniciantes! Boa leitura e bons cliques!

A confiança é uma ferramenta valiosa em qualquer aspecto da vida (pessoal ou profissional). Como um fotógrafo não há nada melhor que você saber que é capaz de fazer fotos incríveis. Este saber lhe dá tanta força que se não conseguir fotografar um momento exato, não será porque você não sabia o que estava fazendo ou porque simplesmente não foi rápido o suficiente.



Há infinitas maneiras de conquistar confiança em si mesmo, como um fotógrafo. Aqui estão algumas que encontrei que podem ser muito úteis com o passar do tempo. Elas lhe ajudarão a estar preparado para qualquer ocasião.


Faça anotações… ou não!


Especialmente no começo, é bem interessante você ter um pequeno caderno onde possa fazer anotações que lhe ajudarão futuramente. Acredite, muitos fotógrafos profissionais costumam fazer anotações, e vale de tudo: manter notas, traçar objetivos, anotar configurações para um tipo específico de imagem e até mesmo colar algumas fotografias inspiradores. Você pode encarar seu caderninho como um diário de viagem, onde guarda todas as experiências para, mais tarde, não esquecer detalhes importantes.



 
 
Para algumas pessoas é difícil manter um caderno de anotações, porque ele as faz sentir pressionadas, provocando estresse. Se você é uma dessas pessoas, deixe essa ideia de lado. A intenção aqui é sempre fazer algo que seja divertido.



Fotografe com frequência


Este ítem é o mais importante de todos, portanto se você preferir escolher apenas uma dessas dicas esta deve ser a sua escolha! Se você quer realmente ganhar confiança, deverá sair para fotografar sempre que for possível, nem que seja na sua hora de almoço. NADA é melhor que sair por aí para fotografar na frequência que puder. Afinal a prática leva a perfeição, não é mesmo?



Fotografe em diferentes condições


Não basta apenas fotografar com regularidade, também é uma ótima opção fotografar em diferentes climas e condições para ficar familiarizado com qualquer tipo de situação. A maioria dos fotógrafos (principalmente os que estão começando a aventurar-se no mundo das imagens) costuma ir em busca de dias bonitos e limpos, com boa luz e boas condições de fotografar, essa ação é errada. Quando você quiser fotografar algo específico que terá apenas uma chance, nem sempre o clima e a iluminação estarão ao seu favor, é preciso estar preparado para qualquer condição. Mais uma vez, acabarei repetindo a dica anterior… pratique! Só que em diferentes climas e condições.



 
Trace objetivos



Existe alguma técnica em particular que você gostaria de aprender? Talvez seja uma foto que você viu, gostou muito e deseja obter um resultado semelhante. Escreva os seus objetivos e veja quanto tempo você leva para alcançá-los e tudo o que foi preciso para isso. Se você é realmente determinado e quer superar seus obstáculos, por que não escrevê-los em um blog, por exemplo? Assim você ficará mais comprometido em atingir seus objetivos. Deixe as pessoas saberem que você está trabalhando em uma nova experiência e peça opiniões e sugestões a respeito. Depois é só sair e, mais uma vez, praticar muuuiito até que consiga o que estabeleceu.


Leia


Existem tantos livros incríveis sobre fotografia. Visite uma livraria ou uma biblioteca e comece a estudar. Na minha banca avaliadora do TGI surgiu exatamente essa falha dos fotógrafos, a maioria preocupa-se muito em fazer fotos, é raro quem gosta de pensar a respeito, e é indiscutível que quem reflete mais sobre fotografia obtém resultados muitomais interessantes.



Questione


É enlouquecedor como alguns fotógrafos têm dificuldade em fazer perguntas, mesmo porque gostam de sentir como se já soubessem tudo. Questionar ajuda a perceber se você anda fazendo as coisas certas ou não, o que é um passo importantíssimo para conquistar uma confiança duradoura.


Mude de perspectiva


Algumas pessoas ficam frustradas quando começam a ver o trabalho de outros fotógrafos. Sentem-se incapazes de capturar imagens tão incríveis e pensam que serão eternamente amadores, sempre precisarão aprender mais. De todo esse pensamento, somente um é correto: será sempre necessário aprender. É importante não esquecer que o aprendizado, do que quer que seja, é eterno. Sempre existirão milhares de fotógrafos melhores que você, bem como sempre existirão milhares que são um desastre. Portanto, ao invés de ficar fazendo comparações, mude sua perspectiva em relação as imagens que você vê por aí. No lugar de sentir-se incapaz ao ver uma fotografia magnífica, que tal pensar: “puxa, isso é possível! Agora sei que posso praticar a alcançar este resultado”? Não encare as coisas como uma prova de que você não é tão bom quanto imaginava, veja-as como desafios que você PODE ultrapassar.




Em última análise, a confiança é uma escolha. Nada é construído em apenas um dia, tudo que bom é fruto de algum esforço. Tornar-se confiante é apoiar-se em algo que você sempre acreditou ser possível e desfrutar de sua paixão pela arte fotográfica de uma maneira totalmente nova!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fotos de fumaça


.
O artista Will Cook produz imagens a partir de fumaça de incenso.

Após dar uma leve batidinha nos incensos para fazer a fumaça "dançar e rodopiar", Cook tira dezenas de fotos por minuto. As mais pitorescas são coloridas e alteradas usando um programa de computador.
As formas que resultam da experiência são abertas à interpretação, segundo o artista. A semelhança de algumas com o corpo humano é clara.
Cook diz que usa o computador para ressaltar partes da fumaça que mais lhe chamam atenção.
O fotógrafo também usa elementos do cenário, como luzes de natal e objetos, para chegar aos resultados desejados.
"Acho que as pessoas ficam impressionadas de saber que é só fumaça", diz Cook, sobre o seu trabalho. "Ver fumaça estática assim é algo que as pessoas não fazem sempre, porque normalmente o movimento é fluido."
Outras fotografias de Will Cook podem ser vistas no Flickr do artista: www.flickr.com/photos/wcreations46
.
Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Novo Layout

Blog de cara nova! (Ainda não é a permanente mas enquanto não acho uma que seja a cara do blog vou ficar com essa mesmo) Estou fazendo algumas mudanças para melhorar a visualização dos posts e tentar solucionar alguns problemas de "erro de html" que estavam aparecendo no layout anterior. Mas com essa mudança, o ítem "Seguidores" ficou desabilitado. Alguém sabe como volto com essa opção? (Ja habilitei "adicionar um gadget" mas não adiantou.) Nas configurações aparece o numero de seguidores, mas não consigo acessá-lo. Bem, qualquer ajuda é bem vinda!
Ah, obrigada pelas visitas e comentários (flickr, twitter, orkut e email). Agora só falta comentarem aqui no blog! (Mas já tenho alguns aqui, não esqueci de vocês não!)

[]'s
Ellen Azevedo

O que é High Key?


.
Sabe aquela foto branquinha que a gente chega até pensar “nossa, mesmo estourado ficou bonito”? Então, na verdade a foto não estourou por erro técnico! O resultado dessa técnica (High Key) é uma foto com muita luminosidade mas não “estourada”, ou seja: que mesmo com muita luz ainda mantém os detalhes e texturas essenciais da foto.

Ao analisarmos o histograma notamos que a maioria dos pontos de nossa imagem se encontram no lado direito (onde ficam os pontos de luminosidade).
.

.
High Key é grande quantidade de tons claros, não excesso de iluminação.
Uma foto “estourada” é aquela que resultou de uma exposição inadequada à luz: muita luz entrou pelo diafragma e a foto ficou clara demais > isso não é High key, é erro de exposição mesmo! High key é o resultado de uma cena clara, com assuntos claros, tudo bem iluminado e pouco contraste – mas tudo isso sob controle.


Esta técnica exige algum cuidado, pois nem sempre conseguimos obter uma imagem totalmente branca, às vezes sai demasiado azul ou demasiado amarela…e a isso chama-se optar pela temperatura de cor certa.

Como fazer fotografia High Key?

Alguns itens a serem notados na hora de fazer fotos neste estilo:

*Utilizar fundo claro, de preferência branco;
*Evitar sombras, se for impossível evitar as sombras muito duras;
*Utilizar somente pequenos detalhes para dar o contraste: cores de objetos, roupas ou olhos;
*Usar luz natural ou flash para deixar a cena bem iluminada;
*Cuidado para não estourar e perder os detalhes da imagem

O oposto da técnica High key é chamada de Low key e segue os mesmos moldes, só que ao contrário: assunto escuro, fundo escuro e pouquíssima iluminação.

Fotógrafos Famosos

É sempre bom aprender com quem já tem anos de carreira ou certa experiência na área.
No site Made In Photo você vai encontrar fotos (e muitos portfólios inteiros) de fotógrafos famosos.
Vou tentar postar pelo menos uma vez na semana sobre o trabalho de algum fotografo que admiro!
Obrigada pelas inumeras visitas e comentários... e olha que o blog está apenas começando!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Concursos de Fotografia




Reuni neste post alguns concursos de fotografia que serão realizados a partir de setembro. Alguns com data de encerramento de inscrições HOJE, então leiam direitinho e não percam tempo caso queiram participar de algum! Bons cliques e boa sorte a todos!

- II Prêmio de Fotografia do CPC-USP



“O Bixiga de ontem e de hoje”


Inscrições: 20/7/2009 à 01/10/2009


Mais informações – clique aqui


*
- International Salon of Photography


“Between The Sky and the Earth 2009”


Inscrições : até 15 de dezembro de 2009


Mais informações – clique aqui


*
- Concurso SOS Mata Atlântica de Fotografia 2009


Inscrições: até HOJE 21/09/2009


Mais informações – clique aqui


*
- Concurso de fotografia sobre “As pequenas coisas da vida”


Inscrições: 10 de agosto à 30 de outubro


Mais informações – clique aqui



*

- Concurso de Fotografia OAB SP


“ Uma visão sobre a justiça paulista”


Inscrições: 22 de setembro à 16 de outubro de 2009


Mais informações – clique aqui


*
- 2º Prêmio de Fotografia Candido José Mendes de Almeida


Inscrições: até dia 29 de outubro de 2009


Mais informações – clique aqui


*
- 4TH Anual Photography Master Cup


Inscrições: até 25 de setembro de 2009


Mais informações – clique aqui



*
- 2º Concurso de Fotografia da Primavera: Direito Humanos


Inscrições: 01 a 21 de setembro de 2009


Mais informações – clique aqui


*
I Concurso Fotográfico – Água Doce sob um novo foco


Inscrições: 01 à 30 de setembro


Mais informações – clique aqui


*
- 1ª Mostra Fotográfica de Governador Valadares


Inscrições: até 06 de outubro de 2009


Mais informações – clique aqui
*
- Concurso Cultural - Por Toda Minha Vida
Inscrições: até 01 de novembro de 2009
Mais informações - clique aqui

domingo, 20 de setembro de 2009

Fotografando com filtros

Quando usar os filtros mais populares!

.
Os filtros consistem em ferramentas criativas, que o fotógrafo pode utilizar para aplicar diversos efeitos em suas imagens, podemos encontrar filtros para equalizar os tons capturados, alterar os contrastes da cena, aplicar efeitos especiais, absorver parte da luz que chega a objetiva ou mesmo alterar as características óticas das mesmas.
.
Conheça as aplicações dos filtros mais comuns.
.
UV
.

Os filtros UV têm como objetivo filtrar a radiação Ultra Violeta, apesar de serem invisíveis ao olho humano, os raios UV são responsáveis por produzir o efeito de véu atmosférico, o uso do filtro UV reduz este efeito em ambientes onde há excesso de radiação UV, produzindo imagens mais nítidas, sendo recomendado para fotografias em orlas marítimas e paisagens em montanhas.
.

Exemplo de aplicação do filtro UV
.



.

Skylight (1 A/B)
.

.
80 A/B

.

Os filtros 80 A/B apresentam um tom azulado e são usados para aumentar a temperatura de cor da luz de tungstênio para a temperatura de cor da luz do dia, corrigindo o avermelhado produzido pela luz quente nos filmes para luz do dia (“Daylight”). Estes filtros apresentam um fator de absorção que exige uma correção da exposição em torno de 1,5 pontos* e também são úteis para reduzir o nível de ruído dos sensores digitais quando operam em ambiente iluminado por luz quente.
.

Exemplo de aplicação do filtro 80 A
.



.
85 B/C

.

Os filtros 85 B/C apresentam um tom alaranjado e são usados para reduzir a temperatura de cor da luz do dia para uso em filmes para luz tungstênio, corrigindo o azulado produzido pela luz do dia neste tipo de filme. Estes filtros apresentam um fator de absorção que exige uma correção da exposição em torno de 1 ponto*.
.

Exemplo de aplicação do filtro 85B
.



.
FL-D

.
Os filtros FL-D apresentam um tom lilás – bordeaux e são usados para corrigir os tons da luz produzida por lâmpadas fluorescentes para uso com filmes para luz do dia(“Daylight”), corrigindo o esverdeado produzido pela luz fluorescente neste tipo de filme. Também são úteis para reduzir o nível de ruído dos sensores digitais quando operam em ambiente iluminado por luz fluorescente.
.
81 A/B/C/D/E/F
.
Os filtros 81 A/B/C/D/E/F apresentam um tom marrom claro e são usados para corrigir leves desvios para azul, produzindo imagens com tons levemente mais quentes do que os obtidos sem o uso do filtro. Estes filtros apresentam um fator de absorção que exige uma correção da exposição em torno de 1/3 de ponto*.
.
82 A/B/C
.
Os filtros 82 A/B/C apresentam um tom azul claro e são usados para corrigir leves desvios para vermelho, produzindo imagens com tons levemente mais frios do que os obtidos sem o uso do filtro. Estes filtros apresentam um fator de absorção que exige uma correção da exposição em torno de 1/2 ponto*.
.
POLARIZADOR
.
Os polarizadores reduzem os efeitos dos raios de luz secundários, acentuando as cores e os matizes. Os polarizadores são muito usados para eliminar reflexos de superfícies não metálicas, como mármores, vidros e lâminas de água, eles também são usados para produzir um escurecimento significativo do céu azul, atenuar o véu atmosférico e para acentuar os contrastes entre as cores, principalmente em fotografias sob luz direta do sol.
.
Exemplo de aplicação do filtro Polarizador
.

.
Normalmente encontramos dois tipos de polarizadores no mercado, os polarizadores lineares e os polarizadores circulares, ambos produzem efeitos similares, porém os polarizadores lineares podem provocar erros nos fotômetros embutidos e nos sistemas de foco automático de certas câmeras.

.
Apesar de serem muito benéficos em várias aplicações, os polarizadores absorvem uma quantidade significativa de luz, tendo um fator de absorção que exige uma correção da exposição entre 1,5 pontos e 2 pontos*, tal fato compromete a potencialidade das baixas luzes, portanto os polarizadores devem ser usados com certo critério, principalmente em ambientes com pouca iluminação ou com grandes áreas sombreadas.
.
CLOSE-UP
.
Os filtros close-up têm por objetivo permitir que as objetivas possam obter foco mais próximas do que a distância mínima de foco para a qual foram projetadas. Estes filtros são muito usados para a macrofotografia e normalmente estão disponíveis em dioptria +1, +2 e +4.
.
Os filtros close-up podem ser usados sobrepostos, para possibilitar uma maior aproximação, sendo que quanto maior a dioptria total, mais a objetiva poderá ser aproximada do objeto que deverá permanecer em foco.
.
ND ou Densidade Neutra

.
Os filtros de densidade neutra têm por objetivo absorver parte da luz transmitida à objetiva, sem alterar seu tom. A principal função do ND é produzir efeitos visuais que transmitam a sensação de movimento, sem abrir mão do controle da profundidade de campo. Estes filtros são oferecidos com diversos fatores de absorção.
.
Exemplo de aplicação do filtro ND
.


.

Autor: Leo Terra

Autor dos cursos da Teia do Conhecimento
Disponível no Mundo Fotográfico

sábado, 19 de setembro de 2009

O que é HDR?



HDR é a sigla para High Dynamic Range (Grande Alcance Dinâmico).Ele abrange a imagem digital como um todo,desde os gráficos para jogos de computador até a fotografia digital. Como este último é o foco aqui,continuemos.
.
Os sensores das cameras digitais conseguem captar as cores dentro de uma faixa teoricamente limitada (LDR - Low Dynamic Range) Isto faz com que em zonas de muito contraste, algumas informações de cores sejam perdidas. Um exemplo simples:
.
Se você fotografa uma janela, durante o dia,de dentro de um quarto com pouca iluminação o que acontece? Para que o interior do quarto apareça, é necessário aumentar a exposição,o que gera uma superexposição do que está fora do quarto, o chamado ''estouro''. Assim, o que está dentro do quarto pode ser visto mas a paisagem através da janela aparece como um ''estouro'', ou seja, tudo branco, sendo impossível diferenciar cores, texturas e formas.
.

Então, como funciona?
.
Com o HDR, é possível equalizar estas exposições de forma que na imagem-resultado se possa ver tanto o que está dentro do quarto quanto o que está lá fora,através da janela! A partir de uma mesma imagem com diferentes exposições, o software faz uma “mesclagem” e posteriormente permite um ajuste das tonalidades. É o chamado mapeamento de tons.
.
Qual a função do HDR?
.

Acredito que já tenha dado pra captar o objetivo do HDR, mas não poderia deixar de explicar desta forma. A função do HDR é equalizar os tons de uma imagem, a partir de outras com exposições diferentes, obtendo um resultado o mais parecido com a realidade da cena onde mesma foi capturada.
.

Todavia, os softwares de para edição do HDR, tais como o próprio Photoshop CS2 e o Photomatix (existem outros, mas esses são os mais usados) possibilitam uma edição dessas imagens mescladas com um estilo de filtro artístico, deixando a imagem com um aspecto sombrio, outras vezes como um cartoon ou com outros tipos de texturas, originadas do mapeamento de tons. Por esses efeitos serem alcançados através da técnica de HDR, muitas pessoas o chamam de HDR.
.
Mas esse efeito artístico é ou não HDR?
.
De certa forma, é, pois foi gerado A partir de um arquivo .HDR. Mas não deve ser caracterizado como tal, visto que o HDR propriamente dito é aquele resultado que se assemelha mais a realidade da foto/cena, visando um aspecto real e não artístico.
.
Então como chamar esse tipo de tratamento via HDR que não prioriza a realidade ou semelhança com a mesma e sim um tom artístico?
Ainda não encontrei alguma fonte que dê um nome próprio para esse tipo de tratamento. Também não tenho como deixar aqui opções de nomes. A intenção é mostrar, para aqueles que estão começando a usar a técnica que o HDR é aquilo especificado no início do artigo e não esse efeito cartoon, sombrio e texturizado que muitos acreditam ser.
.

.
Dave Hill é o mestre dos HDR's então resolvi postar aqui algumas fotos dele! Quem tiver interesse em ver mais, clique aqui para entrar no site dele! Aproveitem!
.

.


.


.
Ainda não fiz nenhum HDR, por isso vou passar o fim de semana treinando e posto aqui os resultados depois. Vamos treinar!!
.

Abertura e velocidade do obturador


O que é esse F que está escrito na minha máquina?
.

O F é uma designação para a abertura. E o que é a abertura?
A abertura é algo simples, como o próprio nome indica, é a abertura da íris (ou diafragma). Quanto mais aberta estiver a íris, maior é a "quantidade" de luz que entra na máquina.
Ou seja:
Quanto maior a abertura -> menor o número de F -> mais luz entra -> menos tempo de exposição que é necessário para que a foto fique bem exposta -> maior a probabilidade da foto não ficar tremida.
Quanto menor a abertura -> maior o número de F -> menos luz entra -> mais tempo de exposição é preciso para que a foto fique bem exposta -> mais facilmente a foto fica tremida.
A abertura faz variar a profundidade de campo, isto é, aquelas fotos em que vemos por exemplo, um retrato de uma pessoa com fundo completamente desfocado, enquanto que a cara da pessoa está perfeitamente focada, tem muito pouca profundidade de campo.
Ou seja:
Quanto maior a abertura -> menor o número do F -> menor é a profundidade de campo

.
O que é o tempo de exposição?
.
O tempo de exposição é o tempo que deixamos a íris da máquina aberta, ou seja, enquanto a íris está aberta, o rolo (ou o sensor, no caso das máquinas digitais), está recebendo luz.
É fácil de perceber que se deixar a máquina a recebendo luz durante 10 segundos, só vai ficar uma imagem estática e bem definida se nada no cenário que estamos fotografando se mexer durante 10 segundos.
Quanto menor o tempo de exposição -> menos luz entra na máquina -> maior abertura é preciso dar para se obter uma exposição correta -> mais estática, "perfeita", bem definida, fica a nossa imagem.
o tempo de exposição é normalmente dado no formato 1/x , em que x representa uma fracção de tempo em segundos.
valores comuns são:
1/60 - ou seja, um instante 0.017 segundos
1/125 - 0.008 segundos
... etc...
.



.
Nada como experimentar, e se tiverem uma digital com capacidade para mudar a abertura e/ou a velocidade de exposição, não têm desculpa para não saber estas coisas que são extremamente uteis em inúmeras situações.

.
Fonte: webmaster

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

CONTROLE DE COR - Balanço do Branco

.
O maior desafio para os profissionais que utilizam câmeras digitais, é manter a uniformidade na cor das fotos, essa falta de controle implica diretamente na queda da qualidade das imagens.
Na cadeia de controle do arquivo digital o fotógrafo deve começar regulando corretamente sua câmera, as marcas mais conhecidas de câmera são reguladas de forma diferente, mas no geral os pontos a serem vistos são os mesmos.
Existe vários estilos de fotografia para eventos sociais hoje em dia, cada fotógrafo segue o que mais agrada o seu gosto, o mais apreciado seria o fotojornalismo com toques de descontração e arte nas imagens capturadas, esse estilo tem como característica o aproveitamento da luz ambiente proporcionando a cena um clima agradável e todo especial, essa técnica é aproveitada por todos os fotógrafos usuários de câmera digital.
Mas com tudo ao utilizar essa técnica sem um controle exato da luz, o resultado final com certeza não será o que esperava o fotografo, pois a falta de uniformidade das cores em suas fotos, como invasões de luzes por exemplo vai prejudicar a qualidade final, é muito comum o fotografo pensar... ”ah, o laboratório corrige depois”, realmente o Photoshop tem um poder de correção fantástica, porém nada se compara a tratar uma imagem capturada com qualidade e outra totalmente fora da cor ideal. Uma dúvida comum entre os fotógrafos seria a utilização do espaço de cor na câmera, adobe1998 ou sRGB, a diferença básica entre os dois é que o adobe1998 captura a imagem com as cores mais naturais possíveis, quase como a visão humana enxerga, já o sRGB captura as imagens com a cor saturada, o espectro de cores que o sRGB pode registrar é pequeno, sempre tendenciando para o vermelho, por isso se o fotógrafo errar a luz na hora de fazer a foto, como deixar invadir a luz de um refletor por exemplo, isso vai prejudicar o tom de pele, a não ser que seja mesmo a intenção , como um efeito envelhecido.
A escolha do espaço de cor depende da aplicação da imagem capturada, no caso de ser um evento social como casamento utilize o adobe1998, isso facilita e muito a correção das cores, se o caso for fotos de paisagem pode utilizar o sRGB, mas para uso geral aconselho a utilização do adobe1998.
Não que seja proibido usar o sRGB, mas, ao utiliza-lo o fotografo deverá ter um controle muito grande sobre a iluminação para não ter problemas com a cor.
O RAW, é uma ótima opção para a qualidade de suas fotos, mas já pensou, ter que conferir e converter de 500 a 1000 fotos por casamento fotografado, fora o grande espaço que o arquivo ocupa, a qualidade é indiscutível mas o tempo gasto para fazer tal procedimento o torna inviável para empresas e profissionais que trabalham com um numero grande de eventos sociais.
A chave para o registro com uniformidade e qualidade está no controle da iluminação e em um detalhe importantíssimo, é o balanço do branco na câmara, ao contrario de algumas câmeras com o software mais avançado, todas as outras não possuem uma precisão na regulagem do branco automático, assim registrando uma foto de cada cor, provocando uma salada de cores, a única forma de resolver esse problema é utilizar o balanço do branco de forma manual, não aconselho a utilização da opção para flash disponível nas câmeras, em um primeiro instante pode ficar bom mas a verdade é que os flashs não tem a mesma temperatura de cor (Kelvin) e com o tempo se desgastam e alteram a cor da luz emitida.
Definitivamente a melhor opção é regular o branco manualmente conforme a luz, por meio de um assessório prático e eficiente, como um filtro para correção do branco desenvolvido especialmente para isso, seja com o flash de estúdio, speed ligth ou qualquer tipo de luz continua.
Assim regulando branco e controlando as invasões de luz no rosto das pessoas fotografadas, teremos um aproveitamento maior na qualidade das imagens.
O controle de luz será abordado em uma próxima oportunidade e o filtro para a regulagem do branco pode ser adquirido junto a MAKO
.
Fonte: texto de Adriano Moura - Confoto
.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Como cobrar por serviços fotográficos

Em listas de fotografia sempre rola grandes discussões por um assunto sempre polêmico, como cobrar pelo seu trabalho. O fotógrafo Geraldo Garcia publicou no seu blog dicas de como cobrar por serviços fotográficos.
.
Clique nos links abaixo e confira:
.
- introdução: http://blog.geraldogarcia.com/?p=139
.
- parte 1: http://blog.geraldogarcia.com/?p=155
.
- parte 2: http://blog.geraldogarcia.com/?p=162
.
- parte 3: http://blog.geraldogarcia.com/?p=171
.
- parte 4: http://blog.geraldogarcia.com/?p=193
.

domingo, 13 de setembro de 2009

Entendendo o Histograma

.
Navegando pela net encontrei esse artigo do Pedro Nogueira do 1000imagens que para os iniciantes acho que vale a pena ler..Num mundo perfeito o ideal seria que as nossas fotos ao serem descarregadas da câmara para o computador estivessem prontas para impressão, no entanto, como muito bem sabem, nem sempre isso acontece. Rapidamente percebemos que podemos ter fotos um pouco escuras (sub-expostas) ou claras (sobre expostas) ou muitas vezes também com pouco contraste e desde que isso aconteça nos limites do aceitável é uma situação que pode quase sempre ser corrigida através de software.Clique aqui para o artigo.
.
O artigo encontra-se em formato PDF (Adobe Acrobat). Se não o possuírem, podem fazer o download gratuito do Acrobat Reader em www.adobe.com/support/downloads/main.html
.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SP Photo Fest 2009

.
Deu no 28mm
.
Começa hoje o SP Photo Fest no MIS (Museu da Imagem e do Som), veja no site do festival o calendário com diversos palestrantes, incluindo Cristiano Mascaro, Amy Arbus e Antonin Kratochvil.
Informações Úteis:
.
MIS – Museu da Imagem e do Som
.

Av. Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo – SP
.

Veja o Mapa.
.
Você não é de São Paulo ou está com preguiça de sair de casa? Veja a trasmissão ao vivo do SP Photo Fest pelo site do Studio Intro.