segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Megapixels X DPI



Muita gente tem dúvida quanto a verdadeira função dos megapixels e, na maioria dos casos, acaba confundindo megapixel com qualidade de imagem, mas não é bem assim que funciona. E também já conversei com pessoas que gostam de fotografia e buscam aprender mais sobre o assunto mas nem conhece a existência do tão necessário DPI. Foi por estas razões que resolvi fazer o post de hoje. Então vamos lá…
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Megapixel, por definição, serve para designar um valor equivalente a um milhão de pixels, determinando o grau de resolução da imagem. Por exemplo, uma câmera com 1,3 Megapixels apresenta 1 milhão e 300 mil pixels na imagem final, o que corresponde a multiplicação da largura pela altura – ou seja, uma imagem de 1280 pixels de largura por 1024 pixels de altura terá 1.310.720 pixels no total. Se ficou difícil de compreender bastar ter na cabeça que megapixel não define a qualidade da imagem, ele simplesmente designa o tamanho da imagem final.


DPI é uma sigla inglesa que significa dots per inch, ou seja, pontos por polegada (PPP). Diferente do megapixel, o DPI é uma medida de densidade, que está relacionada à composição da imagem, expressando o número de pontos individuais existentes em uma polegada da superfície onde a imagem é apresentada. DPI, sim, é a resolução da imagem. Resumindo: quanto maior for o número de pontos por polegada, mais detalhada, bonita e bem definida será sua fotografia. Lembrando que as características do DPI só faz diferença na imagem impressa, não no monitor, mas é exatamente por esta razão que ele deve ser alterado na hora de imprimir suas fotos.

Os monitores de vídeo e telas digitais não exibem pontos por polegada, mas sim pixels por polegada (PPI), que chegam, no máximo, a 72. Na sua câmera digital também é diferente, sendo amostras por polegada, para imagens captadas por sensores óticos que também estão presentes em scanners.

Mas por que as lojas vendem tanto a ideia de Magapixel como qualidade de imagem?

Porque, querendo ou não, megapixels ajudam a obter uma fotografia com mais qualidade dependendo da ocasião. Isso porque a maioria das câmeras digitais capturam imagens com 72 dpi, que ficam perfeitas no monitor, mas perdem qualidade na impressão. Se você tiver uma câmera com alta quantidade de megapixels (consequentemente uma imagem maior) é fácil “consertá-las” em programas de edição para imprimir sem perder a qualidade. Entretanto, a maioria dos vendedores faz isso por pura ignorância. De qualquer maneira é sempre melhor informar-se bem a respeito dos equipamentos para encontrar um que seja mais adequado às suas intenções e necessidades.

Quantos Megapixels eu preciso para ter fotos legais?

Depende. Se você pretende deixar suas fotos guardadas no computador ou porta-retratos digitais, qualquer quantidade está de bom tamanho, o resultado, geralmente, será sempre o mesmo (lembrando que estou falando de megapixels e não de qualidade de captura de imagem, ok?). Agora se você tem intenções de imprimir as fotos (com a tecnologia digital não é mais necessário fazer a revelação) é necessário prestar atenção em algumas coisinhas. Por exemplo, se você quiser fazer imagens no tamanho tradicional (10×15 cm) é recomendável que sua câmera tenha, no mínimo, 3 MP. Já se você pretende obter impressões maiores, 20×30 cm por exemplo, é necessário ter 9 MP, para imprimir imagens com a melhor qualidade (300 dpi).

Fonte: FosGrafe



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Baixe gratuitamente o beta do Lightroom 3

A Adobe disponibilizou, gratuitamente, uma versão beta do Photoshop Lightroom 3. O programa, que é muito utilizado para o tratamento de fotografias e manipulação de arquivos RAW, encontra-se na versão 2.5, e ajuda fotógrafos do mundo inteiro a ajustar as cores e aplicar diversos outros efeitos que podem valorizar as fotos.
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Segundo a Adobe, o Lightroom 3 está mais rápido, tem um processamento de imagens mais eficiente e busca a integração com plataformas online, como o Flickr. Ele também tem ferramentas mais apuradas para redução de ruído, e uma interface que facilita a inserção de metadata (as informações da foto, como comentários, que só podem ser visualizados por quem tem o arquivo no computador).

Nossos testes confirmam que ele está mais rápido que a versão comercializada atualmente e que ele tem pequenos ajustes na interface, que facilitam a importação de imagens.

A Adobe disponibilizou essa versão de testes, completa e gratuita, para que os fotógrafos de todo o mundo pudessem testar as novas funcionalidades, e enviar emails com críticas e sugestões.

Faça o download do Adobe Photoshop Lightroom 3 Beta

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O que é EXIF?

Escrito por Jaison Rocha

Exif, ou Exchangeable image file format, é uma especificação seguida por fabricantes de câmeras digitais que gravam informações sobre as condições técnicas de captura da imagem junto ao arquivo da imagem propriamente dita na forma de metadados etiquetados. A especificação usa os formatos de imagem JPEG, TIFF rev.6.0 e o formato de áudio wave RIFF. O Exif não está suportado nos formatos JPEG 2000, PNG, GIF e BMP.

Exif foi criado pela Japan Electronic Industries Development Association (JEIDA). As etiquetas de metadados definidas no padrão Exif vão além da data e hora da captura para incluir informações de interesse do fotógrafo (profissional ou amador) que costuma manter os dados de suas fotos anotados, ou seja:

informações de data e hora que muitas câmeras analógicas imprimem na imagem fotográfica;

informações sobre a configuração da câmera como abertura do diafragma, velocidade do obturador, modo de medição e sensibilidade ISO.

Como ver?

FORMA 01

1 - Utilizo um software WEXIF (http://www.kinka.com.br/suporte/fotografia/wexif.exe) . Existe milhares de Software de EXIF, mas prefiro este por ser leve e simples de utilizá-lo.

2 - Após baixar o programa, instale ele e reinicie seu PC.

3 - Pronto. Agora para ver o EXIF da sua foto basta clicar com o direito do mouse em cima da foto e ir em WExif -> Exibir EXIF . As informações principais estarão na "aba" Fotografia.

FORMA 02

Quem usa o Windows XP pode ver o Exif da foto sem instalar nenhum programa.

É só clicar com o botão direito do mouse em cima da foto, clicar em PROPRIEDADES, depois na aba RESUMO e depois no botão Avançado>> embaixo.

Edição de dados Exif

As etiquetas de dados Exif não são muito receptivos à edição. Não satisfazem, por exemplo, a fotógrafos freelancers que precisam do metadados para Contato. Para satisfazer os vários interesses, há o padrão IPTC (International Press Telecommunications Council) de metadados. A maioria dos Exif editors dá suporte também a este padrão.

Exemplo

O quadro seguinte mostra os valores Exif para uma imagem capturada com uma câmera digital típica. Note que a informação de autoria e de copyright, não é gerada pela câmera, de maneira que esta deve ser agregada durante as fases posteriores do processamento da imagem.

Característica Valor

Manufacturer CASIO

Model QV-4000

Orientation top - left

Software Ver1.01

Date and Time 2003:08:11 16:45:32

YCbCr Positioning centered

Compression JPEG compression

x-Resolution 72.00

y-Resolution 72.00

Resolution Unit Inch

Exposure Time 1/659 s

FNumber f/4.0

ExposureProgram Normal program

Exif Versión Exif Versión 2.1

Date and Time (original) 2003:08:11 16:45:32

Date and Time (digitized) 2003:08:11 16:45:32

ComponentsConfiguration Y Cb Cr -

Compressed Bits per Pixel 4.01

Exposure Bias 0.0

MaxApertureValue 2.00

Metering Mode Pattern

Flash Flash did not fire.

Focal Length 20.1 mm

Maker Note 432 bytes unknown data

FlashPixVersion FlashPix Versión 1.0

Color Space sRGB

PixelXDimension 2240

PixelYDimension 1680

File Source DSC

InteroperabilityIndex R98

InteroperabilityVersion (null)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

As 15 Fotografias mais Famosas do Mundo

Que fotografia tem um papel muito importante durante a história, isso todo mundo sabe. Pensando nisso um site “World’s Famous Photos ”, resolveu reunir as fotografias mais famosas do mundo. Existem fotos muito conhecidas e algumas raridades entre o acervo.


No site além da foto você encontra quem é o fotógrafo e o contexto em que ela foi capturada. Por isso que digo, as melhores fotografias são aquelas que reuni um valor sentimental e uma história maravilhosa (ou não) por trás.

É pensando no valor histórico e sentimental que escolhi entre tantas fotografias, as 15 que mais me chamou atenção. Vamos reviver esses momentos que marcaram a história e que simplesmente uma imagem diz tudo!
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Abbey Road [1969]


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Afghan Girl [1984]
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Albert Einstein [1951]
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Burning Monk - The Self-Immolation [1963]
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Fire on Marlborough Street [1975]
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Lunch atop a Skyscraper [1932]
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Oklahoma City Bombing [1995]
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Reichstag flag [1945]
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Segregated Water Fountains [1950]
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Stricken child crawling towards a food camp [1994]
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The last Jew in Vinnitsa [1941]
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The Power of One [2007]
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Tiananmen Square [1989]
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Tourist Guy [2001]
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U.S. Marines raising the flag on Iwo Jima [1945]
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Exposições Fotográficas

* Mistérios da Natureza - Fotos de Elza Rossato e Sonia Franco

Ribeirão Preto/SP
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De 22/10 a 10/11/2009
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* A INVENÇÃO DE UM MUNDO - Coleção da Maison Européenne de La Photographie/Paris
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A INVENÇÃO DE UM MUNDO - Coleção da Maison Européenne de La Photographie/Paris




Curadoria : Eder Chiodetto e Jean-Luc Monterosso, 14 out a 13 de dez de 2009
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* Exposição POMOS 21, da fotógrafa e artista plástica Monica Vendramini
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Monica Filgueiras Galeria de Arte inaugura a exposição POMOS 21, da fotógrafa e artista plástica Monica Vendramini, com 36 registros fotográficos, registros de viagens e registros de vida. Uma mostra concebida como um amplo auto-retrato, é composta por 5 séries de trabalhos, uma amostragem das obras de 1984 a 2009, obras inéditas, um painel de veludo e o lançamento de POMOS 21 - livro de artista. Abertura dia 6 de outubro.
Abertura: 6 de outubro – terça-feira – as 20hs.
Período: de 7 a 31 de outubro de 2009.
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* CECIL BEATON PORTRAITS
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Até 08 de novembro Galeria Lunara – 5° andar da Usina do Gasômetro.
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* Projeto Cidade Invertida.


Exposição: 15/10 a 31/10
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* Liberdade Criativa - Exposição da Sociedade Fotográfica de Nova Friburgo
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Abertura dia 2 de outubro de 2009, das 20 às 22h.




Visitação de 3 a 22 de outubro de 2009
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* Paris Algumas Visões, de Roosevelt Nina - Juiz de Fora/MG
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De 2 a 31 de outubro de 2009.
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 * Urbanidades - exposição coletiva Porto Alegre
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De 22 de setembro a 17 de outubro de 2009.
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* Conexões Privadas - Fotografia: Eduardo Villares - Instalação: Luciana Mendonça São Paulo
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De 21 de setembro a 31 de outubro de 2009.
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* Grafias de Luz - fatos gráficos de Ordilei Caldeira Cuiabá
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Até 25 de outubro de 2009.
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* H E N R I C A R T I E R - B R E S S O N: F O T Ó G R A F O São Paulo 
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16 setembro 2009 • Quarta-feira - Lançamento do livro


Exposição de 17/09 a 20/12
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* Cafundó – Pra lá das botas de Judas Rio de Janeiro/RJ
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De 11 de setembro até início de dezembro de 2009.
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* Olhar São Paulo São Paulo/SP
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De 02/09/2009 a 10/12/2009
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* “Instantes Urbanos” exposição fotográfica coletiva dos Viajantes da Câmera Porto Alegre/RS
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(fotógrafos, alunos, ex-alunos e colaboradores da CâMerA ViAjANTe)
Salas Memorial e Retrato Erico Veríssimo – 3º e 4º andar
Curadoria: Gerson Turelly, Luis Flávio Trampo, Rogério do Amaral Ribeiro
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* “Resgate ao direito de sonhar...” de Bruna Prado Rio de Janeiro/RJ
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Nos dias 4 e 5 de julho, a ONG Ballet de Santa Teresa estará participando do 19º Circuito Artes de Portas Abertas com a Exposição Fotográfica “Resgate ao direito de sonhar...” da fotógrafa e voluntária da instituição, Bruna Prado.
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Fonte: Confoto

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Limpando seus cartões de memória



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“Ah, vai lá e apaga direto na câmera as fotos que não quer mais“


um de seus amigos te sugeriu quando vc questionou o que fazer depois de fazer o download das fotos.

“Não, não, por segurança, formate o cartão diretamente em sua câmera“

gritou outro amigo.

e um último amigo te da a dica

“a melhor forma seria uma formatação em baixo nível. Claro, se sua câmera tiver esta função“

Para muitos que estão iniciando na fotografia digital, alguns destes conceitos podem ser muito confusos, como por exemplo: O que é formatação baixo nível, ou o que acontece se eu somente as deletar do cartão?

Muito bem, as descrições a sequir tratarão de certos assuntos mais técnicos mas não iremos aprofundá-los, somente dar uma passada para não ficar certos itens no ar. Também tomaremos com base que todas as câmeras trabalharão da mesma forma, mesmo sabendo que existem funções que variam de marca para marca.

Vamos então começar pelo básico, fazendo uma simples analogia.

Imagine que seu cartão de memória seja um livro. Um simples livro com um índice e as páginas correspondentes. Talvez um livro com aproximadamente 50 páginas de índice (chamado em inglês de table of contentes – TOC) e outras 450 de conteúdo, totalizando 500 páginas.

O funcionamento de câmera, basicamente falando, se comporta da seguinte maneira. Quando você tira uma foto, todas as informações da imagem capturada (todas as informações capturadas pelo sensor) são gravadas em uma página deste livro e então a referência desta página é então registrada no índice do livro (TOC).

Após um exaustivo dia de trabalho fotografando, você então descarrega todas as suas imagens para seu HD e está com seu cartão de memória “pronto” para ser usado em uma nova cobertura. Disse pronto, por já ter efetuado a cópia e um possível backup das imagens em seu computador, mas ainda é necessário apagar seus dados para então abrir espaço para as próximas imagens que serão capturadas.

Vamos analisar alguns métodos existentes para apagar os dados de um cartão.

Deletando as fotos

Quando você deleta uma foto, você está somente apagando a referência desta imagem em seu índice. Isso permite que a câmera saiba que uma determinada página está disponível para ser escrita por cima. De qualquer maneira, este procedimento, em termos práticos, estará somente afetando o índice (TOC) do seu livro, não necessáriamente apagando os dados de uma determinada página, que ainda permanecem lá até que outros dados sejam escritos por cima, ou melhor dizendo, até que outra imagem ocupe o espaço, que para a câmera está disponível.

Formatação Alto Nível

Até os últimos anos, este era o único procedimento de formatação disponível nas câmeras fotográficas. Talvez você não saiba que se chamava formatação alto nível, pois somente era descrito como “FORMAT”. Este era o jeito mais fácil de se apagar tudo de um cartão e começá-lo do zero. Como uma deleção simples, este comando simplesmente vai até o índice do livro (TOC) e apaga todas as suas informações de uma só vez. Como dito, a câmera somente sabe se há ou não uma determinada imagem num cartão, olhando através do TOC, e como não há nada disponível nele, ela assume que todo o espaço estará disponível. Lembrando que este procedimento ainda trabalha somente com a eliminação do conteúdo do TOC, não do cartão como um todo.

Formatação baixo nível

Agora sim falaremo do real destruidor. A formatação baixo nível, não somente apaga os dados do índice(TOC), mas acaba com todo e qualquer conteúdo disponível em todas as páginas do livro. Quando a formatação é completada, você terá um livro sem um índice e com todas páginas preenchidas com zeros, sendo impossível recuperar qualquer tipo de informação que antes existiu neste livro.

O que tudo isso quer dizer?

Se você quer realmente partir do zero e obter a máxima performance em termos de espaço, use a Formatação Baixo Nível, caso sua câmera a possua.

Caso não, tome um pouco mais de cuidado, pois sua câmera irá constantemente sobrescrever nestas certas páginas, que estão teoricamente liberadas. Porém acontece um problema um tanto quanto comum, chamado de fragmentação. Nem todas as imagens ocupam somente uma página. Pode ser que algumas passem para outras páginas, ocupando por exemplo a pagina 342 e 343. Quando vc deleta uma imagem, que está presente nesta página, então de acordo com o TOC, ambas estarão livres. Então é registrada uma nova imagem que somente irá ocupar a página 342. Uma outra imagem é registrada, mas por conter mais informação, esta então ocupará 2 páginas. De acordo com o TOC, a 343 está livre, depois disso somente a 415 está liberada, fazendo com que esta próxima imagem seja registrada ocupando páginas não sequenciais. Isso é o que acontece quando seu HD necessita ser desfragmentado, ficando lento em certas operações.

Não existem somente desvantagens no método de deleção e formatação alto nível. Somente com estes métodos que é possível uma futura recuperação dos dados de um cartão, caso você venha a apagá-lo acidentalmente. Uma vez utilizada a formatação de baixo nível, nada mais é possível ser recuperado.

De forma alguma queremos ditar qual o melhor ou pior método para se apagar o conteúdo de um cartão de memória, mas espero que as informações acima sirvam de base para você escolher a melhor opção no futuro.
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Fonte e Texto Original em inglês: Digital Photography School

Manuais da Nikon - Português



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Já postei os manuais da Canon, agora chegou a vez dos Nikonzeiros!
Infelizmente não tem todos mas espero que ajude!





D200


D90




D70S


D70


D60


D50


D40


Fonte: Escola de Imagem

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Adobe lança Photoshop para iPhone – e é gratuito


Deu no Staffphoto
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As câmeras do iPhone original e do iPhone 3G não eram grande coisa. A do 3GS eu ainda não testei, mas ouvi falar que melhorou. Independente da qualidade da câmera, um fotógrafo ou um apaixonado por fotografia, sempre precisa refinar as fotos que tirou, tratar as imagens que faz. Agora, você pode fazer isso direto no seu celular da Apple.


A Adobe lançou o Photoshop.com Mobile, um aplicativo feito especialmente para o iPhone e iPod Touch. Ele é gratuito e pode ser adquirido através da Apple App Store.

Podendo usar os seus recursos através do recurso de multitoque dos aparelhos, o fotógrafo poderá fazer o crop ou redimensionamento, além de corrigir cores, usar filtros como o blur e muitas outras coisas.

Infelizmente, o aplicativo está disponível apenas para os usuários americanos e canadenses da App Store, através do link.
 
Mais informações no site oficial: http://mobile.photoshop.com/iphone/

Corrigindo a exposição


Vi no blog da Editora iPhoto um post do Altair Hoppe sobre exposições e achei interessante postar aqui.


Por mais experiente que o fotógrafo seja, com certeza, em algum momento da carreira ele regulou o fotômetro, a velocidade ou a abertura de forma inadequada. Resultado: fotos subexpostas ou superexpostas. Para quem está iniciando e não está acostumado aos termos fotográficos, uma foto subexposta significa que a imagem está escura demais. Enquanto uma foto superexposta está clara demais.

O erro de exposição causa um efeito devastador na imagem. Em ambos os casos, a fotografia fica sem definição precisa nas cores e nos elementos. Apesar do estrago, o Photoshop possui muitos recursos eficientes para corrigir a exposição. Vamos mostrar um dos recursos mais fáceis e produtivos. Com um pouco de dedicação e paciência, o fotógrafo chega a uma exposição com níveis perfeitos de brilho e contraste.
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Para solucionar a subexposição
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Observe a foto acima (fig. 1). Veja que a foto está subexposta, ou seja, a imagem está muito escura. Mal dá para ver a modelo. Para corrigir, duplique a camada com o atalho Ctrl J. A seguir acesse na paleta Camadas a caixa Modos de Mesclagem e selecione a opção Subexposição Linear (fig. 2).
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Observe que as cores foram clareadas e também houve um aumento de brilho em toda a fotografia. Nesse caso, a foto ficou ainda escura demais. Por isso, duplicamos mais uma vez essa camada com o atalho CTRL J. Nesse caso, ficou um pouco claro demais, então acessamos na paleta Camadas a opção Opacidade e reduzimos para 60% (fig. 3).
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Regule essa opção até a exposição ficar adequada. Veja o resultado final do ajuste na figura 4. O efeito é quase idêntico a uma exposição correta pela câmera. Nos Modos de Mesclagem outra opção para clarear a imagem é a Divisão. Se necessário, depois da mesclagem, podemos fazer os ajustes finos com o comando Níveis (Ctrl L) ou Curvas (Ctrl M).
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 Para solucionar a superexposição
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Veja acima (fig. 5). A foto está superexposta, ou seja, a imagem está muito clara. O primeiro passo é duplicar a camada com o atalho Ctrl J. Agora acesse na paleta Camadas a caixa Modos de Mesclagem e selecione a opção Superexposição Linear (fig. 6).
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 Observe que num piscar de olhos as áreas claras da foto são escurecidas. Se a mesclagem ficar escura demais, regula a opção Opacidade na paleta Camadas para reduzir o efeito. A figura 7 mostra o resultado final da correção.
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Se após a mesclagem por Subexposição ou Superexposição a foto ainda permanecer clara ou escura demais, duplique novamente a camada com o atalho Ctrl J para dobrar o efeito da correção. São raros os casos onde não há jeito de corrigir problemas de exposição no Photoshop. Tenha sempre paciência e capricho para fazer uma correção perfeita. No Photoshop CS2 foi introduzido o comando Exposure dentro do menu Imagem > Ajustes, que é mais um recurso interessante para os fotógrafos acertarem a exposição. Para quem ainda usa o Photoshop CS, outro recurso interessante é o comando Sombra/Realce. Antes de escolher um método, teste os comandos e veja qual dá os melhores resultados.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Concurso premia melhores fotos de natureza

Finalistas amadores e profissionais de um concurso de fotografias retratando a vida selvagem terão suas obras expostas no Museu de História Natural de Londres a partir do fim deste mês.


A exposição dos melhores trabalhos do prêmio Veolia Environment Wildlife Photographer of the Year 2009 será inaugurada no próximo dia 23 de outubro.

A mostra fica em cartaz em Londres até abril do ano que vem, quando as fotos seguem em um roteiro itinerante.

Ao todo, 95 fotografias receberão prêmios de finalistas e menções honrosas. Os vencedores serão anunciados no dia 21 de outubro, dois dias antes da abertura da exposição.

A competição do Museu da História Natural e da revista BBC Wildlife, que ocorre pelo 46º ano consecutivo, recebeu mais de 43 mil inscrições de fotógrafos de 94 países.

O prêmio é dividido em 17 categorias e há também uma premiação para dois vencedores gerais – um adulto e outro para jovens de até 17 anos.

Por causa do número crescente de visitantes curiosos para ver os trabalhos da premiação, neste ano o museu vai expor as fotografias em uma de suas maiores galerias.


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Direto da capital

O blog esteve parado esses ultimos dias porque eu estava de mudança. Agora estou morando em BH e só hoje instalaram a internet na minha nova casa. Logo farei atualização!
[]'s
Ellen

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Doze coisas que o assistente do fotógrafo deve saber - Parte 1

1 - Os cuidados começam com o equipamento


É mais ou menos como um time de futebol que vai jogar longe de seu estádio e precisa levar consigo as camisetas, calções, meias e chuteiras. A logística do equipamento é importantíssima para que o trabalho seja executado de maneira competente. Todo o material deve ser preparado em conjunto pelo fotógrafo e pelo assistente, que fica responsável pelos cases e por saber exatamente onde cada equipamento está. Uma revisão minuciosa é necessária por parte de ambos, muito embora quem melhor saiba o que será utilizado ou não seja o próprio fotógrafo. Ele é quem decide quantas lentes e quantos jogos de cartões de memória a equipe irá carregar, por exemplo. Cabe ao assistente organizar tudo isso.

2 - Baterias. Sem bateria, não há foto.

Conhecer as pilhas e baterias que são utilizadas em cada câmera e em cada jogo de flashs e demais equipamentos - como o rádio transmissor que faz com que a luz do assistente seja disparada automaticamente assim que o fotógrafo clica na câmera - é fundamental. Tanto quanto colocá-las para carregar alguns dias antes e deixar este material, em primeiro lugar, à disposição para ser usado em maratonas de trabalho que normalmente começam à tarde e terminam apenas no início da manhã do dia seguinte.

Lentes, corpos de câmeras, filtros, cartões de memória e tipos de luz (segunda ou contínua) são outros exemplos. Tudo deve estar devidamente separado e colocado em cases que levem o assistente a saber exatamente onde estão. É bom lembrar que nunca se sabe ao certo quando o fotógrafo irá precisar de determinado equipamento, por isso, ter em mãos quase que instantaneamente o que ele pede é muito importante.

3 - A montagem do flash

Aparentemente, é simples, mas um pouco de treino sempre faz com que o assistente monte o equipamento cada vez mais rapidamente e com maior segurança. No fim das contas, a prática é uma aliada preciosa em relação à composição do material que virá a ser utilizado nos mais diversos eventos sociais. É bom relembrar: o debate com o fotógrafo e a conclusão - por parte dele - do material que será colocado em uso são importantíssimos, e ter em mente o que vai ser utilizado facilita o trabalho.

Os flashs utilizados nesta experiência foram os tradicionais Metz. Dentro deles, em primeiro lugar, deve ser instalado um dispositivo que é interligado a pequenos fios elétricos que, por sua vez, chegam até um conjunto de quatorze pilhas recarregáveis, envoltas de um plástico preto. Neste plástico, as pilhas ficam presas por meio de uma fita isolante igualmente preta. Com o dispositivo acoplado à parte inferior do Metz e pilhas devidamente carregadas, o flash está apto a funcionar.

O Metz é preso a uma manopla que possibilita o objeto ser acoplado a um bastão de três partes (são três bastões em um só), que faz com que o assistente possa levantar o flash o mais alto possível, gerando maior alcance de acordo com a fotografia. Nesta mesma manopla fica o rádio transmissor (na ponta, ao lado das pilhas), que é responsável por gerar a comunicação instantânea entra a câmera e o flash. Um pequeno cabo espiral conecta o rádio transmissor ao flash e, uma vez ligado, faz com que o Metz dispare assim que o fotógrafo clique para fotografar.