segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Estudio Fotografico de graça em NYC

Um estúdio de fotografias gigantesco, no bairro dos artistas de Nova York.
Luz, câmeras no Soho. Tudo de graça.
Modelos em início de carreira, que não têm como pagar por um book;
Modelos em fim de carreira, que querem tentar novos ângulos, usam o espaço para serem fotografadas.
Um fabricante de roupas e um de material fotográfico montaram o estúdio para moradores e turistas.
É possível usar câmeras, editar e imprimir fotografias em papel e em tecido.
Tirar fotos com amigos. Por que não? Ou realizar projetos profissionais.
Dane é designer. Começou a carreira há pouco tempo. Ele chamou um amigo fotógrafo, que chamou amigos modelos, trouxe araras de roupas e está produzindo o primeiro catálogo da nova empresa dele.
“É uma grande oportunidade. O aluguel de um espaço como este estúdio não custaria menos de quinze mil dólares por dia, sem contar equipamentos, contratação de fotógrafos e modelos. Aqui, o custo é zero”, diz Dane.
Muitos aproveitam para imprimir fotos da cidade. Kris é um dos organizadores. “Nova York é a musa dos fotógrafos”, diz. “Há tanto para ser filmado nessa cidade. É muito fácil fotografar nas ruas. Há muita coisa acontecendo nos bairros. Você anda alguns quarteirões e encontra um mundo totalmente diferente”, completa.
Nas fotos antigas, um registro histórico do fascínio que a cidade provoca em fotógrafos profissionais e amadores.
Nova York seduz porque não é previsível. Quando a gente mora aqui, tem uma percepção mais clara do dinamismo da cidade. Bairros, ruas, clima mudam constantemente.
Quando saio para o trabalho, para fazer compras ou passear, sempre levo uma câmera pequena e assim sem compromisso, fotografo por fotografar.
É como se quisesse capturar, apreender as imagens que vejo nas ruas e guardar para sempre nos meus registros pessoais. Eu sei que sempre vou encontrar algo surpreendente.
Dias quentes, dias frios, as diferentes estações do ano dão uma perspectiva de que nada na vida é permanente.
Nas ruas, fotografo pessoas. As nova iorquinas, sempre elegantes, não têm medo de cores. A necessidade em Nova York é de ser autêntico, não seguir moda, mas criar um estilo.
E assim, encontro Gabriella, a escritora austríaca, que todos os dias vende flores nas ruas. Não quer uma vida comum. Nem ela, nem o Papai Noel. Bom de pirueta.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Projetos fotográficos podem ganhar apoio via internet

Deu na revista Fotografe Melhor

Para fotojornalistas independentes, que tem dificuldade para publicar seus trabalhos multimídia ou para obter financiamento pra projetos autorais, novas plataformas surgem como alternativa. Uma destas plataformas é o site kickstarter, no qual o interessado descreve o projeto que pretende desenvolver, o tempo e a quantia necessários pra isso. Caso aprovem o projeto, os internautas contribuem com o autor.
Já na plataforma flattr.com (que por enquanto opera em fase beta), os usuários determinam um pacote mensal com a cota em dinheiro que planejam distribuir para os geradores de conteúdo. Se o usuário decidir que um trabalho publicado em um site merece recompensa, clica no botão flattr agregado à página. No final do mês, todos os projetos clicados receberão um valor em dinheiro, uma fração do pacote determinado pelos usuários.
Já no portal emphas.is (previsto pra lançar no inicio de 2011), serão selecionados e publicados trabalhos de fotojornalistas experiêntes. Os internautas contribuirão financeiramente para ter acesso a esse conteúdo seleto.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Objetivas Tamron perdem foco em corpos Canon



Um estranho fenomeno parece estar a suceder com uma série de objetivas da Tamron: não conseguem usar o sensor externo numa série de aparelhos reflex da Canon. O problema foi detectado por utilizadores alemães que alertaram a Tamron. Entretanto o problema parece surgir também com algumas objectivas da Canon.

A notícia, veiculada pelo website Canon Rumors, indica que as objectivas 17-50 f/2.8 VC, 60 f/2 Macro, 70-200 f/2.8 e 10-24 f/3.5-4.5 da Tamron não funcionam a preceito com aparelhos EOS 40/50/60/7D, ao deixarem de usar o sensor externo cruzado na grelha de sensores AF daqueles aparelhos, o que reduz o potencial de focagem, sobretudo para quem não se fixa no bull's eye do sensor central.

A Tamron na Europa já afirmou ter conseguido reproduzir a falha, com pelo menos duas das suas objectivas referidas, confirmando que a Canon EOS 50D usada nos testes deixou de usar convenientemente os sensores cruzados externos. No Japão haverá neste momento um batalhão de engenheiros da marca a estudar o problema.

Entretanto, o estranho efeito parece não estar limitado a objectivas da Tamron, dado que alguns utilizadores apontam que objectivas da Canon apresentam o mesmo defeito. O website Canon Rumors dá conta desse novo capítulo desta história que nos faz lembrar que os problemas entre objectivas de fabricantes independentes e as câmaras fotográficas não são de hoje. Sempre existiram, outrora com a Sigma a apresentar imensos problemas de compatibilidade, fama de que ainda não se livrou.

Ken Rockwell, conhecido pelo "veneno" que coloca nos seus artigos afirma mesmo que na altura de escolher objectivas nunca se preocupa com as ofertas de Tamron e Sigma. E afirma que "as Sigma são mal concebidas (alguém me disse que o seu nome deriva de SIGnifcant MAlfuntion) e por siso custam menos dinheiro." No artigo, que pode ler aqui, Ken Rockwell diz que a sua primeira escolha nessa área seria sempre a Tokina.
 
Voltando ao tema desta nota, a questão continua em suspenso, pelo que não se sabe ainda qual será o resultado. Resta ir visitando o Canon Rumors. Até lá, se está comprador de objectivas Tamron para uma Canon, pense duas vezes e certifique-se de que funciona tudo bem. Ou então mude de marca e não compre Canon. Não se sabe de qualquer problema entre Tamron as restantes marcas do mercado.

Fonte: Fotodigital-Online

domingo, 12 de dezembro de 2010

Atualização no Flickr

Nossa, onde já se viu fotógrafo que não atualiza o seu flickr? Pois é, o tempo andava tão curto que o flickr foi deixado um pouco de lado.. mas agora nesse final de ano pretendo mantê-lo atualizado. Vamos ver se consigo! A foto nova é essa aqui:


Sé7ima Arte

Falando em video, meu irmão postou um no blog dele que ele escreveu, filmou e editou. Eu sou meio suspeita pra falar, mas adorei o resultado final!
Pra quem gosta de videos, vale a pena dar uma passada por lá (http://www.blog24fps.blogspot.com/) e comentar o que achou!


sábado, 11 de dezembro de 2010

Super Slow Motion

Sou apaixonada por video também. Olha que lindo esse vídeo feito com uma simples Canon 550D mais lente Canon 18-55mm e Sigma 70-300mm, e com uma ajudinha do Twixtor para Final Cut. As “super câmeras” da Globo que se cuidem…

More Super Slow Motion [Water] - 550D from Rickard Bengtsson on Vimeo.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

As melhores fotos em 60 anos de Editora Abril

Em uma justa auto homenagem, a Editora Abril lançará o livro FOTOGRAFIA EM REVISTA - As melhores fotos em 60 anos de Editora Abril. Elaborado por Carlos Grassetti, diretor corporativo da Abril, e Thomaz Souto Corrêa, vice-presidente do Conselho Editorial da empresa, o livro, que reúne cerca de 150 fotógrafos brasileiros e estrangeiros nas 348 páginas que compõem a obra, chega às livrarias no próximo dia 7/12. Nomes marcantes como J.R Duran, Cristiano Mascaro, David Drew e Bob Wolfenson tiveram seus trabalhos registrados.
Fonte: Focal Fixa

domingo, 5 de dezembro de 2010

Não é pra comer!



Se você acha que os Japoneses estão ligados a "idéias de produtos estranhos", é porque eles fazem. A câmera Fuvi Chocolate foi projetada por pessoas que querem imaginar que estão fotografando com uma barra de chocolate com sabor de baunilha e de morango. Infelizmente, o que ganhou na aparência, se perdeu em especificações - a câmera possui somente um sensor de 0.3 megapixel e é limitado a memória onboard (ou seja, ela não usa um cartão de memória). Se você é um amante do chocolate e necessita desta câmera no seu chaveiro agora, ela vai estar disponível no Japão a partir de janeiro de 2011 por ¥ 2730 (~ $ 33).

Fonte: Crave

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Getty Images para Photoshop

O post hoje não é exatamente sobre fotografia mas está relacionado e achei interessante esta dica.

A Getty Images lançou uma ferramenta LiveComp para o photoshop. Ela possibilita importar o conteúdo do site da Getty diretamente para o programa da Adobe. O plugin está disponível no link aqui.

Fonte: Revista Fotografe Melhor

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Velho mas Novo

Para quem tem saudade do modelo antigo das câmeras fotográficas, e tem bastante dinheiro sobrando, a Fujifilm apresenta a FinePix X100.




A câmera, apesar da aparência retrô, tem um sensor de 12.3 megapixels e capacidade para capturar vídeos 720p HD a 30fps.



Os problemas ficam no preço, em torno de 1000 dólares, e nas lentes, 23mm, que são fixas.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Regra sunny 16

Segundo o Clício "Só existem 2 tipos de pessoas; os que sabem o que é "sunny f16" e os outros". Então pra quem não sabe o que é, aí está!



Em fotografia, a regra sunny 16 é o método para estimar corretamente a exposição à luz do dia sem usar fotômetro.

Basicamente a regra sunny 16 para dias ensolarados é:

Use abertura f/16 e velocidade igual ao recíproco do ISO do filme.
Por exemplo, para filme ISO 100 escolha velocidade 1/100 s.
A forma elaborada de usar a regra sunny 16 para situações mais gerais é:

1.Ajuste a velocidade para um valor próximo ao do ISO do filme.

2.Ajuste o abertura de acordo com a tabela abaixo:


Por exemplo, para usar filme ISO 100 em condições ensolaradas, ajuste a velocidade para 1/100 e abertura para f/16. Com filme ISO 200, ajuste a velocidade para 1/200. Para filme ISO 400, 1/400. Como em outras condições, a velocidade pode ser mudada tanto quanto a abertura. Por exemplo, 1/200 com f/11 é equivalente a 1/100 a f/16.

Tabela Versão Mini - Clique aqui

Tabela Versão Normal - Clique aqui

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Rebatedores para imprimir




A Pierowy colocou a disposição em seu site modelos de rebatedores para imprimir, dobrar e usar. Estão disponíveis em PDF com os logos da Canon, Nikon e Sony. Mais fácil impossível!

sábado, 30 de outubro de 2010

Transforme sua abobora de halloween em uma Pinhole


Claire O'Neill e Mito Habe-Evans sobre no blog do NPR Picture Show acabou de enviar um projeto experimental divertido. Você pode experimentar este Dia das Bruxas: fazer uma câmera pinhole de uma abóbora. O que você precisa é de uma abóbora, uma folha de alumínio, uma faca, fita adesiva, papel fotográfico, um spray escuro, e acesso a uma sala escura. Esta seria uma maneira divertida de capturar fotos de "doce ou travessuras" neste halloween.

Aqui está uma foto tirada com a abóbora-camera:


Para aprender a fazer o seu próprio, confira o post na NPR e assista a este divertido vídeo passo-a-passo que eles fizeram:




Créditos de imagem: Fotografias de Claire O'Neill e Habe Mito-Evans para NPR

Fonte: Peta Pixel
How To Turn A Pumpkin Into A Camera from NPR on Vimeo.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eclipse Solar

Sol e Lua



Em 7 de outubro de 2010, Solar Dynamics Observatory da NASA, ou SDO, observou seu trânsito lunar em primeiro lugar quando a lua nova, passou diretamente entre a nave espacial (na sua órbita geoestacionária) e do sol. Com SDO vendo o sol em um comprimento de onda da luz ultravioleta extrema, a lua negra criou um eclipse parcial do sol.

Crédito da imagem: NASA

É proibido fotografar nesse local! E eu com isso?

Vi no Focal Fixa e confesso que fiquei curiosa pra ver as fotos "proibidas". Já passei vontade em muitos lugares, mas continuo respeitando as regras.
*


Você tem vontade de filmar ou fotografar em lugares nos quais essa pratica é terminantemente proibida, como shopping center, cinema, teatro, museu etc, mas o seu saco não é roxo o suficiente para ignorar os avisos em letras garrafais de É PROIBIDO FOTOGRAFAR? Saiba que o site Strictly No Photography reúne imagens feitas justamente nesses lugares por pessoas que não deram a mínima para os avisos.

domingo, 24 de outubro de 2010

Pelé 70 anos

Apesar de não gostar dele (sim, eu não gosto dele... motivos pessoais..rsrs) deixo aqui uma homenagem ao jogador que fez muito pelo nosso futebol!
*
Há 70 anos, nascia na pequena Três Corações, em Minas, Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé. Por 21 anos o craque reinou pelos gramados defendendo o Santos e a seleção brasileira, até se aposentar no Cosmos de Nova York, em 1977. Certamente o “Rei” é uma das figuras mais conhecidas do Mundo. Nessa seleção de imagens apresentamos fotos pertencentes ao acervo da Agência Estado. Pelas lentes de fotojornalistas como Domício Pinheiro, Claudine Petroli, Reginaldo Manente, Rolando de Freitas entre outros, o Atleta do Século foi imortalizado.

 Foto: Domício Pinheiro/AE


Foto:Richard Drtew/AP

Foto: AE


Foto: AE


Foto: AE


Foto: AE


Foto: Claudia Lopes/AP


Quer ver mais fotos? Clique aqui



sábado, 23 de outubro de 2010

Estúdio inflável


O sonho de todo fotógrafo em começo de carreira é ter o seu próprio estúdio, desejo que graças ao Brian Hedenberg , fotógrafo de Nova Iorque, pode ser realizado por pouco mais de 300 dólares.
Hedenberg apresentou há alguns dias o I.P.S, uma enorme bolsa de plástico, que mede entre 3 e 6 metros, que permite controlar completamente a luz em seu interior. Veja no vídeo abaixo para entender com funciona:


Fazendo Bokeh com lente de kit 18-55m f/5.6


Para os fotógrafos que possuem apenas a câmera com a lente de kit e querem conseguir bokehs “perfeitos”, as dicas apresentadas neste artigo podem ser de muita utilidade.

Dica 1:

Sempre deixe a distância focal da câmera em 55mm. O zoom permite uma maior distinção dos planos da imagem e, conseqüentemente, possibilita maior desfoque. Deixe a abertura do diafragma no menor valor numérico possível (que é, geralmente, 5.6).
 
 
Dica 2:

Escolha fotografar objetos menores e que estejam afastados de outros objetos parecidos. Seja observador e procure detalhes que te chamem atenção.

Dica 3:

Analisar o fundo da imagem é importante. Procure fotografar coisas que não tenham o segundo plano muito próximo do objeto principal. Para isso, se mova em torno do que você está fotografando; teste novos ângulos.
 

 
Dica 4:

Para fotografia de natureza, principalmente de frutos e flores, procure posicionar a câmera de baixo do assunto. Dessa forma, o segundo plano serão as folhas da árvore. Folhas em conjunto com os espaços pelos quais a luz passa na árvore, se desfocados, dão um efeito incrível.

Dica 5:

A escolha das cores deve ser cuidadosa. Procure por cores que se destaquem no ambiente. Não deixe que a cor do objeto a ser retratado seja no mesmo tom do segundo plano.

Dica 6:

Edição de imagem não prejudica ninguém se feita com consciência e senso do que fica bom para a foto. Uma boa opção para esses tipos de imagens é aumentar um pouco o contraste.
 


 
Fonte: Fotografe Uma Idéia
Fotos: Henrique Resende

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Canon 1200mm f/5.6 L USM: a mãe de todas as teleobjetivas

Ela não é novidade. Já se tornou um item mitológico no mundo da fotografia, o unicórnio das lentes teleobjetivas. Todo mundo já ouviu falar, mas muito poucos tiveram o privilégio de ver uma de perto. Estou falando da Canon EF 1200mm L USM f/5,6. A lente custa a bagatela de US$ 120.000,00 e, mesmo que você tenha essa grana sobrando, é muito difícil achar uma para venda. A Canon produz uma média de 2 dessas lentes por ano e somente por encomenda. O prazo de entrega para uma unidade é de 18 meses. Obviamente quem pode ter uma dessas são grandes empresas de comunicação e milionários que não sabem o que fazer com sua grana, mas não deixa de ser uma curiosidade para nós, meros mortais.

Para se ter uma idéia da magnitude da coisa, vejam esse vídeo de Bryan Carnathan (The Digital Picture) mostrando uma prova de contato com esse monstro da fotografia. A lente realmente é impressionante, mas se mostra projetada para um uso muito específico. Você não vai conseguir fotografar o aniversário da sua sobrinha com uma dessas.

Fonte: Meio Bit

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Como abrir arquivos em RAW no Photoshop

O Potoshop não abre arquivos no formato RAW. Porém existe um plugin chamado Adobe Camera RAW que torna isso “possível”. Você abre um arquivo em RAW, faz as mudanças no arquivo e depois abre a foto no Photoshop.
Não é o Photoshop em si que abre o arquivo e sim o ACR (Adobe Camera RAW).
Então caso você não queira usar o Lightroom ainda dá para “viver” só com o Photoshop instalando esse plugin e editando seus arquivos em RAW com ele!

Como instalar o ACR

Na maioria das vezes o ACR é instalado ao mesmo tempo que você instala o Photoshop. Se você não consegue abrir um RAW no Photoshop é porque por algum motivo esse plugin não foi instalado. Nesse caso a solução é simples: instale manualmente.

Faça o Download nas seguintes páginas: para usuários de Windows

O ACR tem exatamente as mesmas funções do módulo “Develop” do Lightroom, ou seja: você consegue fazer toda edição que conseguiria no Lightroom mas sem algumas facilidades como outros módulos de organização, impressão, presets, etc.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

War Photographer

Já postei uma vez sobre documentários sobre fotógrafos (clique aqui para relembrar) mas hoje navegando pela net encontrei um deles em um site, podendo ser visto online.



Um filme sobre o fotógrafo americano James Nachtwey, sobre sua motivação, seus medos e sua rotina diária como fotógrafo de guerra.
 
Foi utilizado micro-câmeras especiais anexado à câmera fotográfica de James Nachtwey. Vemos um fotógrafo famoso procurando o momento decisivo. Ouvimos cada respiração do fotógrafo. Pela primeira vez na história dos filmes sobre fotógrafos, esta técnica permitiu uma visão original sobre a obra de um foto-jornalista em causa.
 
Para assistir o documentário online, clique aqui.

domingo, 17 de outubro de 2010

Cartão Cinza



O cartão cinza (em inglês, gray card) para uso em fotografia é usado em conjunto com um exposímetro para obter imagens fotográficas consistentes.
Um cartão cinza é um objeto plano com uma cor cinza neutra que reflete as cores do espectro luminoso de modo plano. O cartão cinza comercializado pela Kodak apresenta uma reflectância de 18%.
A reflectância de 18% é uma média matemática resultante da reflectância de 3% para o preto e de 90% para o branco.

APLICAÇÃO

O cartão cinza é usado frequentemente em estúdios fotográficos como um padrão de referência para se determinar o valor de exposição (EV) correto para a tomada fotográfica.
A medição é feita contra o cartão cinza que é introduzido no cenário levando-se em conta o ângulo da luz que incide sobre ele e a direção da tomada fotográfica.
Esta técnica de medir a exposição pela luz refletida pelo cartão cinza produz leitura similar à da luz incidente em que a exposição não é influenciada nem pelo reflexo de objetos brilhantes, nem pela forma dos objetos iluminados e nem pelo peso das sombras presentes no cenário.
Um cartão cinza médio neutro além de auxiliar na determinação do valor de exposição correto também serve como referência para o balanço de cores. O cartão cinza neutro permite que a câmeras com recurso de white balance efetuem compensação prévia das cores da iluminação ambiente.
Um cartão cinza neutro também pode ser usado para processar o balanço de cores na fase pós-produção. Para isso, uma foto do cartão cinza neutro é tomada e o software de tratamento de imagens usa os dados dos pixels da área do cartão cinza da foto para corrigir o balanço de branco da imagem como um todo ou de toda uma seção de fotos obtidas nas mesmas condições de iluminação.
A maioria das câmeras digitais efetua um razoável controle de cor e, na maioria das vezes, o uso do cartão cinza não se faz necessário, porém os fotógrafos profissionais costumam considerar o cartão cinza uma parte essencial do processo de fotografia digital.
Os cartões cinza são feitos de plástico, papel e espuma. Na falta de um cartão cinza, alguns fotógrafos procuram superfícies brancas neutras ou cinzas como um papel branco, uma parede de concreto ou pedra, ou uma camiseta branca que possa ser usada no lugar do cartão cinza.

CONTROVÉRSIAS

Há quem considere 13% de reflectância um valor mais apropriado que os tradicionais 18% para a realização de fotografias sob luz solar. Mesmo as superfícies mais foscas tendem a refletir a luz com mais intensidade no sentido do eixo virtual de reflexão. Além disso as superfícies reais tendem a ser curvas, o que aumenta o contraste de forma dos objetos. Também a inclusão de sombras contribui para declinar o exposímetro.
A Kodak continua recomendando o valor de 18% para apuração de um valor de exposição tecnicamente correto, e este é o valor mais empregado em fotografias de estúdio, notadamente em fotografias de still.

CARTÃO CINZA 18% E CARTÕES CINZA "DIGITAIS"

Desde que o mercado de material fotográfico digital passou a oferecer um novo cartão cinza (o cartão cinza "digital") específico para balanço de cores, o cartão cinza médio vem sendo usado unicamente para calibrar o valor de exposição (EV) de câmeras digitais.
Os novos cartões apresentam um cinza até um ponto e meio mais claros que o cinza 18%.
Numa escala de cinzas sRGB que se pode observar num monitor comum, o cinza de 18% de luminosidade relativa corresponde ao cinza 50% posicionado no centro da escala. Já os cartões cinza digitais apresentam um cinza girando ao redor de 70%, correspondendo, mais ou menos, a uma luminosidade relativa de 50%.

Um cartão cinza "digital" é demasiado claro em relação ao cinza 18% para ser usado como um padrão para fixar uma exposição correta para fotografar. Mas o cinza claro costuma apresentar menos "ruídos" eletrônicos que um cinza mais escuro como o cinza de 18%. Além disso, o fato de ser perceptivelmente mais claro não atrapalha o balanceamento do branco nas câmeras digitais e também não atrapalha o tratamento posterior em editores gráficos já que estes compensam a luminosidade automaticamente.

Fonte: wikipédia

sábado, 16 de outubro de 2010

Getty Images



A Getty Images anunciou o lançamento do Archive Photos, da coleção Hulton Archive. São 80 milhões de imagens restauradas da história americana que datam desde 1860, com fotos de momentos, lugares e personalidades importantes do mundo. Para conhecer a coleção clique aqui.

domingo, 10 de outubro de 2010

Equipamentos de iluminação


A luz na fotografia é essencial, não só para que o processo aconteça, como também para criar climas, volumes e texturas. Na luz natural, o horário definirá a inclinação dos raios luminosos em relação ao objeto fotografado e dela resultará um determinado efeito. Com a iluminação artificial de um estúdio fotográfico, o efeito desejado dependerá do posicionamento das diversas fontes de luz e do equilíbrio entre elas. Vou falar um pouco sobre como podemos criar e trabalhar essas fontes de luz.

No Brasil, as marcas mais famosas de equipamento de iluminação são a Mako e a Atek. A Mako disponibilza para download seu catálogo de produtos, o que eu aconselho ser baixado e visto por completo, pois dá para conhecer quais são os equipamentos de iluminação, mais comuns por aqui, e quanto custam.

Tochas eletrônicas (flashes):

Este é o nome pelo qual são conhecidos os flashes utilizados em diversos trabalhos profissionais. Cada tocha eletrônica é composta por dois tipos de lâmpada. Uma lâmpada halógena ou de tungstênio conhecida como luz piloto ou lâmpada de modelagem. A outra, uma lâmpada de pirex ou quartzo, é o flash propriamente dito. A luz piloto é uma luz contínua, de temperatura de cor baixa, e que têm por principal função simular a luz do flash propriamente dito. Ela fica acesa durante todo o processo de preparação da foto, para que o fotógrafo possa posicionar a luz e montar os devidos acessórios de iluminação, de forma a conseguir o resultado desejado. O flash só é acionado no momento em que o obturador da câmera é disparado. As tochas são normalmente conectadas a unidades geradoras de potência.

Geradores de potência:

Unidade eletrônicas às quais podem ser conectadas até três tochas eletrônicas (flashes). São capazes de gerar potências que podem chegar a até 5000 watts. Os geradores podem ser simétricos ou assimétricos. Os simétricos dividem igualmente a potência de saída para cada uma das tochas conectadas. Já os geradores assimétricos possuem diferentes combinações de potência entre suas tochas. A conexão com a câmera é feita, normalmente, através de um cabo de sincronismo. Ao acionar o obturador da câmera, um sinal eletrônico é imediatamente enviado ao gerador que, por sua vez, dispara as tochas a ele conectadas.

Modificadores de iluminação:
 
Tão importante quanto os flashes sãos os modificadores de iluminação. Eles são acessórios que podem ser conectados às tochas eletrônicas, no intuito de alterar suas características de iluminação e, com isso, adaptar a luz do flash ao tipo de luz necessária para aquele trabalho. O mais comuns são:


Softbox

Acessório muito utilizado em fotografia de estúdio, podendo ser encontrado em diversos tamanhos e formas. Possui um tecido translúcido externo e, em grande parte das vezes, um outro tecido interno. A luz do flash, ao passar por esses dois tecidos, torna-se bastante suave, sendo excelente tanto para fotografia de produtos quanto de pessoas. Suas sombras são igualmente suaves, o que possibilita grande riqueza de detalhes na imagem.



Sombrinha

A sombrinha é montada na tocha de forma que a luz seja direcionada à parte interna da primeira, sendo então rebatida e retornando ao ambiente. É muito utilizada quando se deseja uma luz geral, pois seu ângulo de cobertura é bastante extenso. Quando o interior da sombrinha é branco, a característica da sua luz será bastante suave, semelhante ao hazy-light. Quando prateada ou dourada, a sombrinha proporcionará uma luz mais dura, sendo que, no último caso, a luz terá um tom mais quente (temperatura de cor mais baixa).



Refletor parabólico
Proporciona uma iluminação mais direcionada, limitando a propagação da luz em torno da cena.










Colméia

Acoplada ao refletor, além de dar uma iluminação mais concentrada, proporciona uma rápida passagem entre a região iluminada e a região escura da área fotografada, criando uma área de iluminação arredondada e bastante definida. Este efeito é mais perceptível quanto mais fechado for o ângulo de seus favos.






Barn-door

Também conhecido como bandeira quádrupla, é também conectado ao refletor e permite direcionar e limitar a propagação da luz. Permite, ainda, o uso de gelatinas coloridas cuja função é alterar a temperatura de cor das fontes luminosas.








Snoot

Acessório em formato de cone que funciona como um concentrador de luz, muito utilizado para iluminação de pequenos objetos ou para pequenas áreas da cena. Pode também ser usado com colméias.







Rebatedores

Podem ser industrializados, em formatos diversos, e nas cores branco, prateado e dourado. O primeiro proporciona luzes mais suaves. O segundo, luzes um pouco mais duras, tal como o terceiro, que acrescenta à imagem um tom mais quente. Sua função é, uma vez posicionado, rebater a luz principal de forma a diminuir as regiões de sombra ou, ao menos, trazer detalhes para as mesmas. Isopores e espelhos são também muito utilizados como rebatedores.

Esses são os equipamentos mais comuns em um estúdio fotográfico e também usados em fotos ao ar livre. Vou falar de outros equipamentos nos próximos posts. Não se preocupe se, neste primeiro momento, você não consegue perceber qual é o impacto de cada acessório na composição da foto. Esse conhecimento vem depois de um tempo de prática. Para entender um pouco melhor como funciona essa junção entre o flash e os acessórios eu vou deixar um vídeo bem curto que mostra como é feita a montagem. O vídeo está em inglês, mas é bem fácil de compreender.



Fonte: Do Fotógrafo

Queimadas pelo Brasil


A quantidade de queimadas no país atingiu 72 mil focos e já é a maior em três anos. O triste recorde demonstra a falta de estrutura para prevenir e combater os incêndios florestais.

Gostei muito dessa foto!

Foto: Estadão

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

#1Minuto pelos blogs, podcasts e tudo mais

Esse post não fala de fotografia, mas tem a ver com tudo o que rola por trás de um blog.
O pessoal do Guerrilha Geek publicou um tempo atrás um post para levantar uma campanha que – creio eu – todo blogueiro deve apoiar: a campanha Invista 1 Minuto por Dia.
A ideia não poderia ser mais simples: Use 1 minutinho só do seu dia para fazer um blogueiro ou podcaster feliz: COMENTE! Afinal de contas, por mais que manter um blog seja legal pra caramba, dá um trabalho do cão. Pensando em podcast a coisa fica ainda mais complicada, já que o tempo necessário entre pesquisa, produção e finalização pode – no caso do fotocast, por exemplo – ser contado em dias, e não em horas… Isso para curtos 15 minutos de episódio.
Então eu abraço essa campanha com gosto, e quem consome conteúdo de blogs e podcasts devia também. Até porque uma das coisas mais legais de manter esses materiais na rede é justamente a interação com quem nos lê/assiste.
Invista 1 minuto do seu dia e comente em um blog que você curta, não te custa praticamente nada, mas faz uma diferença enorme para quem está do outro lado, acredite.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O mito dos megapixels

Quanto mais megapixels uma câmera tiver, melhor será, certo? ... Errado! Isto é um mito, no qual a maioria dos consumidores acredita devido ao marketing criado pelo mercado.

Vamos começar falando o que é exatamente um pixel. Um pixel é um ponto de cor, a menor unidade de uma imagem. Se você deseja ver um pixel, simplesmente dê zoom em uma foto usando um programa de edição ou visualização, e você verá inúmeros quadrados, que são os pixels.

Contagem de pixels

Expresso em megapixels, esta contagem é simplesmente a multiplicação do número de pixels na horizontal pelo número de pixels na vertical de uma imagem, ou seja, exatamente como o cálculo de uma área. A Canon EOS Rebel XT, por exemplo, tem 3456 X 2304, dando um resultado de 7.962.624 na multiplicação.... simplificadamente, 8MP.

Como este cálculo é semelhante ao cálculo de área de quadrados, para o dobro de megapixels (comparando-se 4MP e 8MP, por exemplo) temos um aumento de apenas 40% na largura e no comprimento. Pode parecer estranho, mas para comprar uma câmera capaz de gerar imagens com o dobro de tamanho que a sua atual, você precisaria encontrar uma com o quádruplo de megapixels. Por exemplo, as câmeras de 3MP têm 2048 pixels no comprimento, enquanto as de 12MP têm 4000 pixels, aproximadamente. Note que uma câmera de 12MP tem o dobro de resolução que uma de 3MP.


Nesta imagem, é possível comparardiferentes resoluções

O mito

O mito dos megapixels foi iniciado pelos fabricantes de câmeras fotográficas, que passaram a usar estes números para enganar o consumidor e fazê-lo pensar que isto tem algo a ver com a qualidade. Aproveitando o fato de que um pequeno aumento de resolução linear resulta em um aumento enorme de resolução total em megapixels, os fabricantes lançam sempre novos modelos com mais e mais megapixels, se gabando com o quanto um modelo é melhor que o anterior mesmo com melhorias insignificantes. Este é um artifício usado pelos vendedores e fabricantes, fazendo-o sentir como se sua câmera atual já esteja ultrapassada e precise ser trocada.

Na realidade, em câmeras compactas há uma grande limitação quanto à incidência de luz nas lentes devido ao tamanho reduzido das mesmas. E como os sensores das câmeras são produzidos em dimensões físicas padronizadas, ao aumentar-se o número de pixels dentro de uma área constante, cada pixel capta menos luz e gera mais ruído na imagem... Ou seja, uma câmera com menos megapixels pode ser capaz de gerar imagens com mais qualidade do que uma com mais megapixels!

Conclusão

Não julgue ou compare a qualidade de uma câmera com outra apenas olhando suas resoluções. Isto é apenas uma unidade de medida, e que interfere em grandes ampliações e no tamanho da impressão... Então fique atento, e na hora de escolher qual câmera comprar considere outros fatores, como os recursos que ela possui (zoom, armazenamento, bateria, filme e som, LCD, ergonomia, etc) para que possa atender melhor às suas necessidades.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Lightroom 3 - Racionalizar o processo


Para você quer quer facilitar o processo das fotos no Lightrom 3 esse livro dá ótimas dicas.

Lightroom 3: Streamlining Your Digital Photography Process Wiley; 1 edition


Ano: 2010 (Julho)
Idioma: Inglês
Extensão: PDF
Páginas: 403
Tamanho: 24,9 Mb
Donwload: aqui

Fonte: Baú dos Fotógrafos

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nova Leica D – LUX 5

O compacto “system camera” com objectiva 24-90mm
A nova Leica D-LUX 5 sucessora da Leica D-LUX 4, mas com características melhoradas. O novo CCD de imagem 1/1.6” com uma resolução de 10,1 Megapixéis, com baixo ruído na imagem, maior detalhe, e uma reprodução de cor mais natural; aliada á recentemente criada, ultra luminosa objectiva LEICA DC Vario-Summicron 1:2-3.3/5.1-19.2mm ASPH, que tem uma equivalência ao 35mm de “ 24-90mm”, garante uma excelente e inequívoca qualidade de imagem.



A nova super luminosa objectiva Zoom

A Leica DC Vario-Summicron 1:2.0 – 3.3/5.1 – 19.2 mm ASPH é uma objectiva de prestações superiores que permite fotografia de altíssima qualidade, até na sua abertura máxima, tornando-a ideal para fotografia de ambientes, ou seja, a exploração aos níveis extremamente baixos de luz natural.

Em comparação com a sua antecessora, a gama de distâncias focais desta 24-90mm (equivalente a 35mm), abre ainda mais portas á criatividade do fotojornalista ou fotógrafo de retrato. Os 90mm de distância focal torna-a ideal para fotografia de retrato.

O novo sensor de imagem

Um novo sensor CCD de 1/63” aumenta consideravelmente a qualidade de imagem na resolução básica de 10.1 Megapixéis. Até o mais ínfimo detalhe de qualquer objecto, é reproduzido com precisão absoluta. A reprodução de cor é completamente natural. Permite ainda a utilização de sensibilidades até ISO 12800 (com resolução reduzida). Dependendo da imagem captada ou do visionamento escolhido, a nova D-LUX 5 pode captar imagens em todos os quatro formatos (4:3/3:2/16:9/1:1). As mesmas podem ser visionadas e avaliadas em excelente qualidade, antes e depois do disparo, através do monitor LCD de 3” com resolução de 460.000 pixéis.

Fotografe da forma que mais lhe agrade

A Leica D-LUX 5 apresenta funções de forma clara e simples, e pode ser manuseada de forma intuitiva graças ao seu conceito simples e prático. Parâmetros manuais, como sejam distancia, velocidade de disparo e abertura de diafragma, podem ser rapidamente ajustados, graças ao novo botão giratório colocado na traseira da máquina. Dependendo do objecto e da luz, a câmara selecciona automaticamente o ISO, a detecção de rosto, compensação de contraste, e modo de cena adequado, graças ao modo auto inteligente, controlando também a função de estabilização de imagem. A câmara é uma fiel representação do vocabulário e filosofia Leica – o seu design recto, e de formas simples, assegura o seu aspecto moderno intemporal. Acabamento em negro anodizado, clássico, ergonómico e compacto.

O design pouco ou nada foi alterado em todos os modelos D-LUX 2 a 5.

Graças ao seu design a câmara é vista como uma verdadeira Leica.

Pequena e Compacta com Carácter de Sistema

Graças a uma extensa gama de acessórios, as capacidades da D-LUX 5 podem ser ampliadas, de modo a torná-la num pequeno sistema fotográfico, que oferece ainda mais oportunidades. Isto traduz-se numa maior liberdade e prazer, derivado das extraordinárias imagens que é capaz de produzir.

Adobe Photoshop Lightroom 3

O software de processamento de imagem Adobe Photoshop Lightroom assegura que as imagens RAW pelo CCD da D-LUX 5 sejam “reveladas” e processadas na mais alta qualidade possível. Desde a importação dos ficheiros ao resultado final, o fotógrafo tem controlo completo dos processos aplicados a cada imagem, podendo ajustar o balanço de brancos, sharpness, tonalidade de cor, saturação e muitos outros parâmetros depois da captura.

A Leica disponibiliza os seguintes acessórios para a D-LUX 5

Visor electrónico (Leica EVF 1) com 100% de cobertura, 200.000 pontos, e compensação de dioptrias. Flash LEICA CF 22, correia de punho, três tipos de estojo em couro.

Conteúdo do Kit

A Leica D-LUX 5 inclui: Câmara D-LUX 5, correia, bateria recarregável (Leica BP-DC10), carregador de bateria (Leica BC-DC10), suporte de bateria, cabo USB, Cabo AV, cabo de corrente, tampa de objectiva, tampa de sapata de flash, CD-ROM com manuais em PDF, instruções para registo do produto e download de software, cartão de garantia.

A Leica D-LUX 5 estará disponivel em Outubro de 2010.